Luís Marques Mendes lembra que "na política não vale tudo" e que acusação contra Presidente da República é, acima de tudo, "uma completa falta de respeito".
O ex-presidente do PSD lembra que, qualquer que seja a decisão do Governo em relação ao novo aeroporto, será sempre "controversa" e "polémica" devido aos argumentos dos promotores das principais soluções.
O comentador elogia a aposta nos jovens e a restauração da confiança na habitação, dado os preços estarem "incomportáveis" devido à falta de oferta no mercado.
Para o antigo presidente do PSD, esta decisão "significa que o Estado vai ter menos verbas para fazer a conservação e a manutenção dessas autoestradas". Marques Mendes questionou ainda porque motivo o PS não se lembrou de aprovar esta medida nos últimos oito anos.
"Apesar de Bugalho não ter ainda curriculum europeu, tem, todavia, um talento político invulgar. Muito acima do que é normal. É um jovem que irá longe na política", acrescentou, no espaço habitual de comentário.
O comentador elogiou o funcionamento da democracia no desporto, que colocou um ponto final à liderança de 42 anos de Pinto da Costa no FC Porto. No espaço de comentário, Marques Mendes elogiou a "coragem [de Villas-Boas] de enfrentar o poder".
Marques Mendes relembra que compensações às colónias "é um tema que irrita a sociedade e que não se deve abordar à mesa do café com esta ligeireza. Ainda por cima sem concertação com o Governo, a única entidade com competência na matéria".
O advogado e comentador político diz que as duas medidas de redução fiscal - a do anterior Goveno (1.200 milhões de euros) e a do atual (350 milhões de euros) "são justas e complementares".
O comentador da SIC referiu este domingo que é difícil que o PS viabilize o próximo exercício orçamental do Governo mas não vê a aprovação como totalmente inviável. Luís Marques Mendes deu o exemplo do IRC como algo que não deve constar nesse documento.
Em comunicado, Marques Mendes reafirma que o que disse "é totalmente verdade" e a prova "é que o Governo nem sequer apresentou à Comissão Europeia o respetivo pedido de pagamento". Refere o comentador que o Governo "sabendo que ia entrar em gestão, devia ter antecipado a aprovação dos diplomas que eram obrigatórios para garantir aquele pagamento".
Tendo entrado em gestão em dezembro do ano passado, "o Governo não gozava das condições para aprovar diplomas que alteram de forma estrutural a organização da Administração Pública Central, nomeadamente no apoio à decisão política".
O comentador político apontou os problemas, os sinais de esperança e os desafios que o novo Governo vai ter pela frente, destacando o reforço no combate à corrupção e restaurar a confiança na política e nas instituições.
Novo Governo tem "um caminho estreito", defendeu o comentador na SIC. Por isso, vai ter que fazer acordos com o PS mas também com o Chega, nomeadamente para garantir uma vice-presidência da Assembleia da República.
O comentador político referiu-se a António Costa destacou o surgimento de Passos Coelho como "positivo", referiu que Costa é o "maior trunfo eleitoral" do PS e destacou a ambição antiga de ir para o Conselho Europeu.
Provedoria de Justiça apontou dificuldades no atendimento nos serviços públicos e o comentador destacou a importância das conclusões deste estudo para o futuro Governo.
O comentador político defende a criação de um pacto na habitação ao nível governativo, dado que uma política de habitação sólida e credível implica tempo e estabilidade.
A prestação de Pedro Nuno Santos teve ainda avaliação positiva por parte do ex-presidente do PSD por este não se ter envolvido "na tonteria dos ataques a Marcelo e ao Ministério Público".
"É uma grande vitória de Pedro Nuno Santos. Tem carisma e não é fácil haver políticos carismáticos. Tudo o que ele diz não deixa ninguém indiferente e ajuda desde logo a uma mobilização". destacou o comentador.
"É bom saber que não houve tratamento de favor", sublinhou Marques Mendes que considerou no entanto que "o facto de ter havido um contacto da secretaria de Estado da Saúde não é brilhante", referindo-se à eventual intervenção de Lacerda Sales.