Em Vila Verde, distrito de Braga, onde participou numa conferência sobre “O sistema parlamentar português e a construção de governos estáveis: saídas e bloqueios”, Marques Mendes disse que aquele acordo teria de passar pela não apresentação de moções de censura e de confiança e pela negociação dos orçamentos do Estado.
“A Assembleia da República tem de ter instrumentos para aplicar sanções a deputados, quando isso se justifique”, referiu o candidato às eleições presidenciais.
O candidato à presidência da República não tem dúvidas de que a crise política representa um "desastre" para a democracia portuguesa e apelou a que a campanha seja rica em debate de ideias, ao invés de ataques pessoais.
166º capítulo de "Maquiavel para Principiantes", o podcast semanal do JE da autoria do especialista em comunicação e cronista do "Jornal Económico", Rui Calafate.
A empresa comunicou ao mercado "que, por carta endereçada ao Presidente do Conselho Fiscal da Sociedade, rececionada à presente data", Luís Marques Mendes comunicou "a renúncia ao cargo de presidente da mesa da Assembleia Geral da VAA, com efeitos imediatos".
"O comentário do Presidente cria ruído e instabilidade, não é útil e o Presidente não é co-Governo", criticou Marques Mendes em entrevista à CNN Portugal.
O ex-líder do PSD entregou o cartão de militante do PSD como “acto simbólico” para reforço do compromisso de isenção. E avisa: “Não é tempo de aventuras, experimentalismos ou tiros no escuro”.
A política, na definição de Bismarck, debatida todas as semanas com sentido crítico e uma boa dose de ironia por António Saraiva, Luís Osório e Vera Gouveia Barros. Nesta edição, tentamos perceber que a televisão pode voltar a eleger um Presidente e os contornos da acusação relacionada com o processo Tutti-Frutti.
Foi na Santa Casa da Misericórdia de Fafe, local que espelha a sua "ligação ao setor social", que o social-democrata recordou a "intensa vida pública, pautada sempre pela mesma preocupação: poder ser útil ao país, servir Portugal com integridade e dedicação", no dia em que apresenta a sua candidatura à Presidência.
O conselheiro de Estado, comentador político e antigo líder do PSD é um homem habituado ao poder. Aos 28 anos já era membro do Governo de Cavaco Silva e nunca deixou de estar sob os holofotes. Antigo jogador de futebol e andebol pede fair play na campanha presidencial.
O presidente do terceiro partido mais votado nas últimas legislativas foi mais longe e considera que existiu um acordo entre Marques Mendes e Luís Montenegro para que retirassem ajuda mútua do aproveitamento político-mediático de um espaço de comentário semanal".
Sondagem da Intercampus coloca o almirante na frente das eleições presidenciais de 2026, com 23,2% das preferências, superando os 13,9% de Pedro Passos Coelho e os 9,8% de Marques Mendes.
O comentador político identificou desafios internos para Portugal, como "a integração da população imigrante, a competitividade e a produtividade". As soluções propostas incluem "uma gestão eficaz das políticas de imigração, desenvolvimento de políticas de inovação e fiscalidade competitivas, e avanço na digitalização e na aplicação da IA".
A política, na definição de Bismarck, debatida todas as semanas com sentido crítico e uma boa dose de ironia por António Saraiva, Luís Osório e Vera Gouveia Barros. Nesta edição, analisamos os nomes que se perfilam para suceder a Marcelo Rebelo de Sousa em Belém.
Luís Marques Mendes, político e comentador televisivo, e Carlos Lobo, ex-Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais e vice-reitor da Universidade de Lisboa, serão os oradores principais da 5.ª edição do Cegid Accounting Summit.
Marques Mendes será o destaque de 29 de agosto, num dia pelo qual vão também passar pelo evento a ex-deputada do CDS Ana Rita Bessa e o maestro Rui Massena.
O comentador não tem dúvidas de que se trata de uma decisão positiva para a Europa, para Portugal, para António Costa e para o próprio Montenegro. Refere que o cargo se enquadra nas capacidades do antigo primeiro ministro, nomeadamente pela capacidade de negociação.
"Nuno Rebelo de Sousa está a ter um comportamento inaceitável porque usou a circunstância de ser filho do Presidente para meter uma cunha, isso já é censurável. Mas recusar-se a ir à Comissão de Inquérito ainda é mais censurável e nem dar uma explicação pública", criticou o comentador da SIC.