A CGD, que apresentou hoje os seus resultados, conseguiu os maiores lucros entre as analisadas, com 394,5 milhões de euros, mais 38,4% que no mesmo período de 2023, tendo a sua margem financeira subido 16,9% para 716,5 milhões de euros.
As receitas da empresa permaneceram quase inalteradas, com uma diferença de menos 1%, para 19,162 milhões de euros. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) registou um decréscimo de 42% face ao trimestre anterior, atingindo os 2,977 milhões de euros.
As vendas caíram 1% no primeiro trimestre mas, ao nível do lucro, a história foi outra, com uma perda de um quinto do resultado líquido observado no mesmo período do ano passado.
De acordo com dados oficiais, os lucros destas empresas ascenderam a 1,5 biliões de yuan (194,3 mil milhões de euros) nos primeiros três meses de 2024.
“A partir deste ano, o BCP terá uma política de dividendos muito mais expressiva, prevendo um dividend payout igual ou superior a 50%“, disse o CEO do BCP, Miguel Maya, esta quinta-feira na conferência Millennium Talks. Ações disparam mais de 5%.
Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a empresa adianta que, "apesar da instabilidade da situação económica, política e social a nível mundial que se faz sentir desde o início da guerra na Ucrânia, e consequentes aumentos nos custos de algumas matérias-primas e eletricidade, no ano de 2023 os resultados do grupo Vista Alegre evidenciaram um crescimento face ao exercício de 2022".
Se estes lucros resultassem das operações normais de crédito, tudo estaria perfeito, porque seria o enquadramento normal da banca. Mas não é isso que está a ocorrer.
Fechadas as contas de 2023, a companhia mantém as suas metas para 2026 em termos de lucros recorrentes (entre 1,4 mil milhões-1,5 mil milhões), EBITDA (5,7 mil milhões) e dividendo (20 cêntimos por ação). Na terça-feira, o Goldman Sachs cortou o preço-alvo, mantendo a recomendação em 'comprar', e deixou vários avisos.
O Grupo Inditex teve um lucro recorde em 2023, sendo que as suas vendas, nas mais de 7.200 lojas espalhadas pelo mundo, cresceram 11% nas primeiras seis semanas do exercício financeiro de 2024.
As receitas de portagens aumentaram, no ano passado, 17,2% e as receitas com áreas de serviço cresceram 16,8%. Os gastos, à custa da inflação, subiram 8,6%.
As vendas ultrapassaram, no final de 2023 os 30 mil milhões de euros. O EBITDA consolidado cresceu 17%. e a respetiva margem caiu 22 ppontos face ao ano anterior, refletindo o impacto do investimento em preço e a inflação.
Barragens com reservatórios cheios prometem um bom ano de 2024, com efeito da EDP Brasil totalmente incorporada a surtir pleno efeito. Liquidez atinge os 10 mil milhões, com mais de três mil milhões em 'cash'.
Segundo informou hoje a empresa ao regulador espanhol, o resultado líquido ordinário, que serve de base para a distribuição do dividendo, caiu 60% para 951 milhões de euros, e o resultado bruto de exploração (Ebitda) foi de 3.777 milhões, menos 32%.
Assim, a soma dos resultados líquidos destes bancos foi superior à registada no final de 2022 em 1.419,5 milhões de euros, continuando a ser impulsionados pelo aumento das taxas de juro nos créditos.