De acordo com os dados apresentados esta terça-feira, os lucros da petrolífera foram afetados pela baixa produção de petróleo bruto, tendo produzido cerca de nove milhões de barris por dia (mdb), um valor abaixo da sua capacidade, que se situa nos 12.
Um estudo da BestBrokers analisou os dados financeiros sobre as 200 maiores empresas do mundo por capitalização de mercado, para analisar o lucro que cada trabalhador gera. A petrolífera saudita é quem lidera o top, com um lucro de 1,655 milhões de dólares por cada um dos seus 73 mil funcionários.
O tempo dirá se o esforço que os bancos têm feito no sentido de uma maior eficiência será suficiente, tendo em conta fatores como a concorrência de novos 'players' digitais, ou se o caminho para a banca terá de passar por M&A que dê origem a bancos mais competitivos e capazes de cumprir a missão de financiar a economia.
Os lucros das instituições financeiras subiram numa altura em que muitas famílias “vivem com o peso das prestações ao banco que aumentaram brutalmente, com o custo em manter uma conta aberta a subir”, afirma a CGTP.
A empresa liderada por Maarten Wetselaar beneficiou de um ambiente de mercado mais favorável ao sector energético e pelo aumento das vendas da Cepsa Química.
Não adianta acenar com medidas de pequeno alívio nos impostos sobre mais-valias a longo prazo e depois continuar a fustigar os investidores com desilusões e mais desilusões.
As receitas totais foram de cerca de cinco milhões de euros, "apresentando um crescimento de 5% face às receitas totais registadas em igual período de 2023".
Uma análise da BestBrokers dividiu o lucro de 200 grandes empresas de todo o mundo pelo respetivo número de trabalhadores e concluiu que a energética saudita é a que tem maior sucesso.
O antigo ministro da Economia explica, no programa Conversa Capital, que a opção do Governo de descer o IRC ao longo do tempo vai beneficiar os grandes contribuintes e que em alternativa essa margem que existe para baixar o IRC devia ser usada para não tributar os lucros das empresas que fossem aplicados em tecnologias emergentes ou na concessão de créditos fiscais.
Segundo os resultados divulgados esta quinta-feira pela empresa, a receita foi de 22,5 mil milhões de dólares e o lucro chegou aos 4,048 milhões de dólares, o que representa uma subida face aos valores atingidos no trimestre passado.
O grupo aeroespacial e de defesa antecipa lucros ajustados antes de juros e impostos de 5,5 mil milhões de euros para este ano, menos do que os sete mil milhões que previa. O motivo? Interrupções na cadeia de abastecimento e "desafios" no negócio espacial.
Num comunicado divulgado hoje, a transportadora ferroviária destaca que, após em 2022 ter alcançado, pela primeira vez na sua história, um resultado líquido positivo, em 2023 – e “apesar dos desafios económicos e operacionais” - manteve “o compromisso com uma gestão financeira sólida e sustentável”.
A Hewlett Packard Enterprise (HPE) revelou que os novos pedidos de sistemas de IA atingiram os 4,6 mil milhões de dólares no final do mês de abril, acrescentando que o crescimento da receita e dos lucros se iriam alastrar ao segundo semestre, graças, em parte, à “melhoria contínua no mercado de infraestrutura tradicional, incluindo servidores, armazenamento e rede”.
Num comunicado hoje divulgado, a RTP adianta que as receitas totais ascenderam a 235 milhões de euros (+4,5 milhões de euros que em 2022) e que os gastos e perdas totalizaram 217,4 milhões de euros (-0,4 milhões de euros que em 2022).
O resultado líquido da empresa subiu 15% em relação ao ano anterior. O volume de negócios consolidado da empresa de engenharia, certificação e inspeções técnicas aumentou para os 88,7 milhões de euros no ano passado.
O grupo conseguiu ver o lucro mais que duplicar no ano passado, saltando de 16,5 milhões em 2022 para 34,5 em 2023 à boleia sobretudo de melhorias nos segmentos do açúcar e da cosmética.