Renovação da frota, reforço das infraestruturas no continente e na Madeira e maior eficiência energética acompanham o crescimento da empresa, que tem mais de três mil trabalhadores e cerca de duas mil viaturas.
Sob o mote “Conectando corredores, portos, ferrovia e rodovia para uma Península Ibérica mais competitiva”, a iniciativa foi promovida pela Câmara Municipal de Soure, pela APAT – Associação dos Transitários de Portugal e pela AET – Asociación Española del Transporte e vai decorrer no Terminal Multimodal de Granja do Ulmeiro – Alfarelos (TMIP).
Operação tem em vista o reforço da liderança ibérica no transporte especializado. O grupo aponta para cerca de 240 milhões de euros de faturação até ao final de 2026. É o primeiro negócio depois da entrada dos britânicos da IGC no capital.
Em 2023 o parque logístico foi considerado como Projeto de Potencial Interesse Nacional. Obras estavam previstas arrancarem em 2023. Atrasos são justificados por "fatores administrativos externos". A consulta pública do Estudo de Impacte Ambiental terminou a 2 de julho. Obras devem arrancar com a emissão da Declaração de Impacte Ambiental (DIA) e das licenças definitivas, referiu a empresa suíça.
João Jales, country manager da NACEX em Portugal, revelou ao Jornal Económico os planos que estão a ser traçados para o país, que já é considerado uma "peça-chave" no posicionamento da empresa como referência na distribuição expresso na Península Ibérica.
Depois de inaugurar uma nova plataforma logística no Montijo, a NACEX estudo agora a criação de um novo centro dedicado à distribuição de última milha no centro de Lisboa.
Com lotação cheia, entre os inquilinos destacam-se a Nacex, operadora no setor dos serviços de correio expresso, que arrendou uma instalação de cross-dock com 4.300 metros quadrados (m²), e a ID Logistics, interveniente na logística contratada, que arrendou o edifício de armazém com as maiores dimensões.
Chegou a Portugal no final do ano passado, sendo o seu 26.º mercado, e já superou as expectativas dos responsáveis. Para a Zalando, Portugal é um mercado que tem muito para crescer, quer a "nível qualitativo, quer a nível quantitativo".
A operadora europeia Logista revelou as contas do primeiro semestre do exercício fiscal, compreendido entre 1 de outubro de 2025 e 31 de março de 2026 e anunciou que faturou 6.594 milhões de euros. O volume de negócios cresceu 2,6% em termos homólogos, por força, sobretudo, dos resultados provenientes da Península Ibérica e Itália.
Otimismo moderado, mas uma visão positiva. É assim que se olha para a evolução do mercado do imobiliário, em período de ajustamento depois do crescimento recente. Novos investidores, mais sofisticados. Foco na habitação, mas também na logística e nas infraestruturas.
O consumidor de 2026 já não é o comprador otimista dos anos anteriores; é um agente económico mais cauteloso, que analisa o risco logístico antes de abrir a carteira.
Após a aprovação, o Politécnico avança para a revisão dos seus estatutos, construção dos estatutos provisórios e constituição da comissão instaladora que vai assegurar a gestão do processo da nova escola. A futura unidade orgânica vai focar-se nas áreas de sustentabilidade, indústria e tecnologias digitais.
Depois de ter atingindo a marca histórica de 1,4 mil milhões de encomendas processadas em 2025, o que reflete um aumento de 25% face ao ano anterior, a empresa aposta num novo hub para aumentar a sua capacidade, ter maior flexibilidade operativa e maior automatização.
Se a robótica é o corpo, a inteligência artificial é o cérebro. Em 2026, assistimos a uma convergência clara entre IA generativa, visão computacional e robótica autónoma, criando sistemas capazes de tomar decisões complexas e resolver problemas em tempo real.
A Associação dos Transitários de Portugal (APAT) denunciou, esta quarta-feira, o “caos logístico absoluto” no país causado pelo novo Sistema Integrado dos Meios de Transporte e das Mercadorias (SiMTeM), que diz estar a ameaçar a integridade do tecido empresarial.
A seguradora refere que “as novas taxas tarifárias estão a provocar uma reação em cadeia em todas as fases da economia de bens, resultando numa menor produção e transporte de matérias-primas”.
Quase 239 mil reclamações foram registadas em Portugal no ano passado, mais 6,4% do que em 2024. A logística, as telecomunicações e os serviços públicos concentraram a maioria das queixas, segundo o Barómetro Anual do Consumo do Portal da Queixa.
Director geral da LHH|DBM Portugal diz ao JE que o e-commerce, a distribuição e as operações de armazém vão pressionar os setores do comércio e da logística, posicionando-os na primeira linha da procura pelo talento em 2026. Ainda no campo do recrutamento, indústria e engenharia poderão apresentar igualmente "fortes níveis" de crescimento.
A tese é desconfortável para o Kremlin, mas os indicadores são implacáveis: Moscovo está a abdicar da sua autonomia estratégica, ao converter-se, na prática, num estado-cliente de Pequim, como consequência direta de vetores de dependência tecnológica e económica sem precedentes.