O problema será compatibilizar a urgência em obter soluções exequíveis e praticáveis com a necessidade de salvaguardar a estabilidade, representatividade e democraticidade da configuração institucional da UE.
É fundamental que os cidadãos e os líderes globais reafirmem o valor da cooperação internacional e reconheçam que os interesses nacionais estão ligados ao bem-estar global.
A presidência de Trump não representa um mundo novo. É o regresso dos EUA ao isolacionismo, alheio a tudo o que se passa fora das suas fronteiras que não lhe traga benefícios imediatos.
A reeleição de Donald Trump e a retomada do isolacionismo norte-americano deveriam servir como um catalisador para que a Europa ampliasse suas parcerias tradicionais, em vez de desperdiçar oportunidades.
Enquanto Biden fez saber que os EUA estariam sempre do lado de Israel, Trump é isolacionista e errático no que diz respeito às relações com os aliados.
Por várias razões, nomeadamente porque vamos viver num clima de grande instabilidade, com o Governo que, com o apoio de 80 deputados (não contando a IL), é o mais minoritário desde 1985.