Esta semana, a Manus anunciou que voltará em breve a operar como uma empresa independente. "Isto faz parte do nosso processo de separação da Meta; temos de dar este passo para cumprir os requisitos regulamentares em determinadas regiões do mundo", esclareceu a empresa no seu portal na passada terça-feira 11 de agosto.
Em meados de setembro, a plataforma de streaming de música irá recorrer ao distintivo "personas de IA" para perfis de "artistas deepfake", passando a aplicação a distingui-los dos intérpretes "autênticos que estão a construir as suas carreiras na música".
A Administração para a Segurança Cibernética de Taiwan explicou que a sua unidade de monitorização detetou os ciberataques no mês passado, tendo o Instituto Nacional de Segurança Cibernética começado a emitir alertas a partir de 20 de julho, reportou a agência CNA.
O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, defende também que é importante desenvolver uma filosofia sobre como se pode utilizar melhor a inteligência artificial.
Numa mensagem aos utilizadores, a Manus afirmou que, como parte do processo de retoma da operação autónoma, irá eliminar alguns dados dos utilizadores para cumprir os requisitos regulamentares em determinadas jurisdições.
Microsoft e Mistral anunciaram em julho um novo acordo para expandir a infraestrutura de inteligência artificial (IA) na Europa. "A Microsoft irá aproveitar a infraestrutura expandida de Unidade de Processamento Gráfico (GPU) da Mistral na Europa para aumentar a capacidade de desenvolvimento de IA e para suportar a entrega dos serviços de cloud (ou nuvem) e IA da Microsoft", referiram as duas empresas.
A Nvidia juntou-se à Apollo, BlackRock, Blackstone, Brookfield, Goldman Sachs e KKR para "estabelecer plataformas independentes de financiamento de computação".
A startup aplica inteligência artificial à contratação pública e já apoia 10% dos contratos feitos em Portugal. Quer consolidar no mercado português e avançar para o internacional.
A dona da plataforma TikTok encontra-se na fase inicial de pré-desenvolvimento de um modelo que poderá alcançar até 10 biliões de parâmetros, citou o Financial Times, que ouviu três fontes conhecedoras do processo, mas que não foram identificadas.
"À medida que a IA se torna uma ferramenta transversal à economia, as empresas capazes de integrar esta tecnologia mais rapidamente nos seus processos, aumentar a eficiência operacional e transformar esses ganhos em melhores resultados financeiros terão uma forte probabilidade de se afirmarem como os próximos líderes de crescimento dos mercados", disse a Freedom24.
"A Inteligência Artificial está a tornar os esquemas de recrutamento significativamente mais sofisticados, permitindo aos criminosos criar anúncios altamente credíveis, perfis falsos de recrutadores, entrevistas simuladas por videoconferência e comunicações praticamente indistinguíveis das verdadeiras, reproduzindo quase todas as etapas de um processo de recrutamento", referiu a Adecco.
Responsáveis da Casa Branca apresentaram esta regulamentação confidencial na terça-feira durante uma reunião com a OpenAI, Anthropic, Google, Meta, Microsoft e Nvidia.
Estas conclusões são de um estudo da Bain & Company, onde se sublinha que a vantagem competitiva não está nos ganhos de eficiência, mas sim na velocidade. Hoje em dia os bancos que olham para a IA como uma alavanca de crescimento têm-se destacado dos que ainda estão em fase de planeamento.
Depois da OpenAI revelar que os seus modelos de IA tinham hackeado organizações externas, a Anthropic diz que o mesmo se sucedeu com os seus modelos. Esta falha aconteceu devido a um mal-entendido, que levou a que a realização dos testes fosse feita com acesso à internet.
A este ritmo, o ano terminará com mais de 290 mil empregos perdidos, superando as 245 demissões registadas em 2025. Mudanças estruturais e a novas prioridades operacionais explicam o fenómeno. Na Europa, o fenómeno tem, para já, um impacto reduzido.
O lucro operacional da Samsung no segundo trimestre foi 19 vezes superior ao de há um ano, quase todo proveniente da divisão de semicondutores, beneficiada pela subida dos preços dos chips e pela procura de servidores de IA.
Chama-se MAI-Cyber-1-Flash e está inserido no MDASH, a plataforma multiagente, da empresa tecnológica, para identificação e remediação de vulnerabilidades. A Microsoft referiu que o MAI-Cyber-1-Flash, e o MDASH, "oferecem um desempenho de classe mundial a 50% do custo dos principais modelos".
O Banco Central de Singapura acrescentou que o crescimento global, o investimento e o desempenho do mercado financeiro "estão profundamente ligados" aos setores dos semicondutores e dos centros de dados, e que qualquer abrandamento pode ter consequências de longo alcance.