O verdadeiro desafio das empresas já não é apenas competir, é compreender, antecipar e adaptar-se. O maior risco não é a concorrência. É ficar para trás.
A iniciativa II EPIC Hackathon mobiliza a comunidade estudantil e docente na busca de soluções promotoras de uma participação mais ativa em contexto de sala de aula. O concurso de ideias realiza-se dias 31 de março e 1 de abril e conta com seis equipas e um total de mais de 60 participantes.
Projeto é financiado pela Fundação “la Caixa” e pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), sendo liderado pela Universidade de Coimbra, em parceria com a InovCluster, os Serviços Municipalizados de Castelo Branco e o AdP VALOR. Promotores querem que SAFEWATER tenha uma palavra a dizer na transição para modelos mais sustentáveis no uso da água.
Operação de financiamento é anunciada meses depois de a empresa de mobilidade angolana ter captado três milhões de euros junto de um consórcio internacional liderado pelas sociedades de capital de risco BREEGA e Speedinvest.
O ranking da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) refere que a NOS, em 2024, investiu 111,6 milhões de euros em inovação, mais 15% face ao ano anterior. Em termos globais as empresas realizaram despesas em investigação e desenvolvimento de 3.162 milhões de euros em inovação, mais 11% face ao período homólogo.
Na apresentação da proposta, aprovada por unanimidade, com 181 votos a favor, o ministro da Indústria e Comércio de Angola, Rui Miguêns, disse que além de um regime jurídico próprio, passara a haver o selo de ‘startup’ para ideias e projetos em fase inicial, prever os incentivos fiscais financeiros e mecanismos de financiamento adequados a este tipo de atividade.
Nova reitora revela ao Jornal Económico as prioridades estratégicas para o mandato de quatro anos. Destaque para o reforço da interdisciplinaridade e a permanente ligação à sociedade e ao tecido económico.
Seis tempestades deixaram milhares de empresas em recuperação. A linha “Reindustrializar” surge como uma resposta, mas será adequada às necessidades reais de quem ainda luta para retomar a atividade?
O country manager da Babel em Portugal, Pedro Malato Branco, refere ao JE que a tecnológica espanhola perspetiva um crescimento de dois dígitos este ano no mercado nacional, um mercado que é estratégico para a empresa.
O empreendedorismo feminino enfrenta barreiras adicionais: menor acesso a financiamento, redes, investidores e programas de aceleração. É por isso que o Estado, central e local, deveria assumir um papel ativo. Não por benevolência, mas por estratégia económica.
O ministro da Educação, Ciência e Inovação procurou tranquilizar os detratores da reforma, salientando que a experiência acumulada pela FCT e pela ANI na relação com os investigadores e inovadores será transportada para a AI2, mas num novo enquadramento. Nova agência terá financiamento a cinco anos e a execução do contrato-programa será monitorizada, com métricas definidas para o efeito. Conselho de administração prestará contas, apesar da autonomia.
Futuro da ciência e da inovação está em discussão esta terça-feira, 24, no Técnico Innovation Center, em Lisboa, com ministro Fernando Alexandre a abrir os trabalhos e Manuel Castro e Almeida, da Economia e da Coesão Territorial, a encerrar. Maria do Rosário Partidário, coordenadora da equipa de trabalho, apresenta a verão final da metodologia para a definição das prioridades nacionais de investigação e inovação.
A nível nacional, a startup angolana 100 Destinos foi a vencedora da 10.ª edição do Unitel Go Challenge, que decorreu no início do mês em Luanda. As plataformas Inunde, da Guiné-Bissau, e Go Seguros, de Moçambique, também foram distinguidas.
A maior ameaça da IA generativa não é a tecnologia em si, mas a ilusão de controlo que ela cria. A ideia de que sabemos o suficiente para a usar com segurança, quando na prática estamos apenas a improvisar políticas à medida dos incidentes.
A nova área estratégica será liderada pelo sócio Daniel Torres Gonçalves e foi "desenhada para acompanhar a aceleração tecnológica e regulatória que está a transformar a economia global".
Durante demasiado tempo a inovação viveu num espaço confortável dentro das grandes organizações, suficientemente próxima do poder para ser notada, mas suficientemente afastada para não o comprometer.
A produtividade alemã estagnou. O país que simbolizava eficiência e inovação parece agora incapaz de acompanhar as novas tecnologias, desde a inteligência artificial à economia digital.