As medidas integram o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), que prevê 23 mil milhões de reais (4,62 mil milhões de euros) de investimentos entre 2024 e 2028. O plano, segundo o governo brasileiro, procura aumentar a capacidade de processamento e reduzir a dependência de infraestrutura tecnológica estrangeira.
Para participar, as empresas devem ter sido constituídas na União Europeia, com NIF português, ter até 10 anos de atividade e menos de 20 trabalhadores, dispor de uma equipa de desenvolvimento e apresentar um projeto de IA em fase de desenvolvimento. Candidaturas decorrem até 15 de setembro.
Esta semana, a Manus anunciou que voltará em breve a operar como uma empresa independente. "Isto faz parte do nosso processo de separação da Meta; temos de dar este passo para cumprir os requisitos regulamentares em determinadas regiões do mundo", esclareceu a empresa no seu portal na passada terça-feira 11 de agosto.
Em meados de setembro, a plataforma de streaming de música irá recorrer ao distintivo "personas de IA" para perfis de "artistas deepfake", passando a aplicação a distingui-los dos intérpretes "autênticos que estão a construir as suas carreiras na música".
A faturação de 26,94 mil milhões de dólares, explicada pelos fortes números de vendas de computadores pessoais e pelo impulso dado pela inteligência artificial (IA), superou a previsão de 22,3 mil milhões de dólares apontada pelos analistas, levando as ações a subir até 22% na sessão de quinta-feira, 13 de agosto, após a divulgação dos resultados do primeiro trimestre do ano fiscal 2026/27.
O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, defende também que é importante desenvolver uma filosofia sobre como se pode utilizar melhor a inteligência artificial.
Numa mensagem aos utilizadores, a Manus afirmou que, como parte do processo de retoma da operação autónoma, irá eliminar alguns dados dos utilizadores para cumprir os requisitos regulamentares em determinadas jurisdições.
Microsoft e Mistral anunciaram em julho um novo acordo para expandir a infraestrutura de inteligência artificial (IA) na Europa. "A Microsoft irá aproveitar a infraestrutura expandida de Unidade de Processamento Gráfico (GPU) da Mistral na Europa para aumentar a capacidade de desenvolvimento de IA e para suportar a entrega dos serviços de cloud (ou nuvem) e IA da Microsoft", referiram as duas empresas.
A Nvidia juntou-se à Apollo, BlackRock, Blackstone, Brookfield, Goldman Sachs e KKR para "estabelecer plataformas independentes de financiamento de computação".
Pode ser uma nova página na preservação da vida. Mas, com a IA presente, também pode ser outra coisa. A investigação avança, assim como avança o debate sobre mais uma forma de 'brincar aos deuses'.
A dona da plataforma TikTok encontra-se na fase inicial de pré-desenvolvimento de um modelo que poderá alcançar até 10 biliões de parâmetros, citou o Financial Times, que ouviu três fontes conhecedoras do processo, mas que não foram identificadas.
A proprietária do Facebook afirma que um problema durante uma avaliação feita por uma empresa independente de testes permitiu que um de seus modelos de inteligência artificial (IA) se conectasse à internet e invadisse o sistema de outra organização.
"À medida que a IA se torna uma ferramenta transversal à economia, as empresas capazes de integrar esta tecnologia mais rapidamente nos seus processos, aumentar a eficiência operacional e transformar esses ganhos em melhores resultados financeiros terão uma forte probabilidade de se afirmarem como os próximos líderes de crescimento dos mercados", disse a Freedom24.
"A Inteligência Artificial está a tornar os esquemas de recrutamento significativamente mais sofisticados, permitindo aos criminosos criar anúncios altamente credíveis, perfis falsos de recrutadores, entrevistas simuladas por videoconferência e comunicações praticamente indistinguíveis das verdadeiras, reproduzindo quase todas as etapas de um processo de recrutamento", referiu a Adecco.
Os gastos com infraestruturas de IA entraram numa nova fase, com a procura a superar a de semicondutores, memória e capacidade energética, apesar dos lucros recorde em todo o ecossistema tecnológico.
Responsáveis da Casa Branca apresentaram esta regulamentação confidencial na terça-feira durante uma reunião com a OpenAI, Anthropic, Google, Meta, Microsoft e Nvidia.
A este ritmo, o ano terminará com mais de 290 mil empregos perdidos, superando as 245 demissões registadas em 2025. Mudanças estruturais e a novas prioridades operacionais explicam o fenómeno. Na Europa, o fenómeno tem, para já, um impacto reduzido.