Com um custo de 150 milhões, o consórcio liderado pela EDP e pela Galp ainda espera por clareza regulatória antes de avançarem para a execução do projeto.
Este valor vai ser investido em apenas seis das 39 candidaturas apresentadas no segundo aviso lançado pelo Governo para subsidiar projetos de produção de hidrogénio verde. Investimento será localizado, principalmente, na região Centro do país.
Os dois projetos previstos para a refinaria de Sines, num total de 486 milhões de euros de investimentos, já obtiveram luz verde ambiental para avançar, mas a companhia volta a pedir medidas de apoio ao investimento.
A ligação entre os dois países tem um custo estimado de 400 milhões de euros e só deve sair do papel se tiver financiamento europeu, defendeu Armindo Monteiro
O gasoduto em si e a rede necessária para o H2 conseguir chegar à raia implicam um investimento de mais de quatro centenas de milhões de euros. Governo tinha estimado custo entre 300-350 milhões.
Hyperion está em conversações com a gigante dos EUA para fornecer nova plataforma logística na cidade espanhola de Badajoz. Empresa também tem projeto de 400 milhões no Alandroal para produzir H2.
A EDP, integrada no consórcio GreenH2Atlantic, e a Hyperion Renewables estão a desenvolver projetos em Sines e Setúbal e aguardam pelo leilão de hidrogénio verde este ano.
Projeto da Engie e da Shell para exportar hidrogénio aguarda por fundos europeus. Objetivo é arrancar em 2028.Engie defende mais investimento na rede elétrica nacional e questiona se 10 gigas de eólica offshore não são excessivos.
Energética prepara investimentos na sua refinaria para construir até ao final de 2025 unidades de produção de hidrogénio verde e biocombustíveis (aviação e rodovia) que vai gerar mais de 400 milhões de euros de receitas anuais.
A Madeira está inserida num projeto-piloto com mais nove países europeus. A estratégia para o hidrogénio verde deve estar concluída até final do ano e deve ser implementado ao longo dos próximos três anos. Será produzido hidrogénio a partir de fontes de energia renováveis, neste caso eólica, que será transformada em hidrogénio e armazenada em baterias que serão, depois, utilizadas em autocarros de transporte coletivo de passageiros.
O hidrogénio verde e os combustíveis sintéticos de origem não biológica assumem-se, cada vez mais, como alternativas, sobretudo em setores como o transporte marítimo e aéreo e a indústria, que não podem ser diretamente eletrificados.
Aceitar que o hidrogénio pode ser produzido com eletricidade a partir de energia nuclear poderá criar, também, uma grande distorção do mercado de eletricidade, prejudicando a transição energética verde.
Uma espécie de receita do 'Chef' que opta por escolhas erradas que minam a autoridade e prestígio do Executivo, numa lógica taticista que não cuida do futuro.
A Europa deverá ser o grande precursor do hidrogénio, mas os EUA e a China também se perfilam neste desafio que é determinante para cumprir o desígnio da descarbonização. E Portugal pode destacar-se nesta área.
Devemos apoiar a aposta no hidrogénio verde e as respostas para abastecer de gás natural a Europa. É de um nível de populismo básico apenas estar contra tudo por princípio e, em momento algum, dizer o que faziam diferente.
A nova Estratégia de Segurança Energética do Reino Unido tem como ambição, recorrendo às energias eólica, nuclear, solar e de hidrogénio, que o país produza 95% de eletricidade de baixo carbono até 2030.