"Fragmentos de um dos drones caíram no parque industrial de Salavata, provocando um incêndio", divulgou nas redes sociais o governador da Bashkiria, Radi Khabirov.
“Os mísseis lançados nem sequer se aproximaram”, afirmou o Centcom numa publicação na rede social X, acrescentando que o Abraham Lincoln “continua a lançar aeronaves em apoio da campanha incansável” do comando militar norte-americano para defender os cidadãos dos EUA e “eliminar as ameaças do regime iraniano”.
Em declarações à RTP ao início da tarde, Emídio Sousa explicou que os 13 portugueses que vivem no Irão ainda não avançaram com qualquer pedido de repatriamento e que foram registados “casos de pessoas que estavam em viagem e que foram surpreendidas pelos acontecimentos e pelo encerramento do espaço aéreo”.
O Comando Central dos EUA (CENTCOM) indicou, numa publicação na rede social Facebook, que vários outros militares “sofreram ferimentos ligeiros por estilhaços e concussões” e estão “em processo de regresso ao serviço”, acrescentando que a situação permanece “instável”.
Os participantes na ação, promovida pela comunidade iraniana residente em Portugal, exibiam bandeiras do Irão com o Leão e o Sol dourados, a bandeira anterior à atual da República Islâmica, que adotou uma tulipa vermelha estilizada, muito importante no Islão xiita como símbolo de Husayn Ibn Ali al-Hussein, o neto de Maomé que morreu como mártir numa batalha do século VII.
Num comunicado publicado no seu 'site' na Internet, a MSC garante que, ”como medida de precaução, suspendeu todas as reservas para o transporte global de cargas pela região do Médio Oriente até novo aviso”.
Anunciada no sábado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, a morte de Ali Khamenei, à frente da República Islâmica há 36 anos, foi confirmada hoje de manhã pela televisão estatal iraniana.
“Neste momento, não temos conhecimento de qualquer ataque aéreo israelita ou americano naquele local. Operamos com extrema precisão”, declarou o porta-voz militar, tenente-coronel Nadav Shoshani, numa conferência de imprensa.
A morte de Ali Khamenei constitui “uma violação grave da soberania e da segurança do Irão”, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês num comunicado citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).
“Nós, no seio do Hamas, lamentamos o desaparecimento do ayatollah Ali Khamenei. Os Estados Unidos e o governo da ocupação fascista [Israel] assumem inteira responsabilidade por esta agressão flagrante e por este crime odioso contra a soberania da República Islâmica do Irão, bem como pelas suas graves repercussões na segurança e na estabilidade da região”, indica um comunicado do movimento.
“Ali Khamenei foi alvo de uma operação precisa e de larga escala levada a cabo pela Força Aérea Israelita”, assegurou o exército de Israel num comunicado citado pela agência de notícias espanhola EFE.
A porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros Mao Ning declarou que “a via para a paz não será alcançada da noite para o dia, mas enquanto houver diálogo, há esperança”, ao comentar as recentes rondas de conversações entre Rússia, Estados Unidos e Ucrânia e outra prevista para o início de março.
O departamento responsável pelas sanções económicas da administração do Presidente norte-americano, Donald Trump, indicou estar disposto a "implementar uma política de concessão de licenças" aos intervenientes que desejem vender a Cuba petróleo extraído na Venezuela, de acordo com um comunicado publicado no 'site' oficial.
Segundo um responsável do Departamento de Estado norte-americano, uma avaliação em curso do nível de segurança regional determinou “ser prudente” reduzir a presença da embaixada dos Estados Unidos (EUA) em Beirute, permanecendo nos seus postos apenas o pessoal essencial.
“Qualquer processo ou acordo político discutido em relação à Faixa de Gaza e ao futuro do nosso povo palestiniano deve começar com a completa cessação da agressão, o levantamento do bloqueio e a garantia dos direitos nacionais legítimos do nosso povo, principalmente o direito à liberdade e à autodeterminação”, escreveu o Hamas.
A força aérea ucraniana disse na plataforma de mensagens Telegram que a Rússia utilizou sobre mísseis de cruzeiro e teve como alvo regiões no norte, centro, sul e oeste da Ucrânia.
"Participarei nessas discussões, indiretamente, e serão muito importantes. Veremos o que pode acontecer. O Irão é um negociador difícil", disse na segunda-feira o líder norte-americano aos jornalistas.
"A caminho de Genebra", escreveu um dos enviados de Kiev, o chefe do gabinete presidencial ucraniano, Kirill Budanov, na rede social, acrescentando que aproveitaria a viagem de comboio para falar com os restantes membros da delegação sobre "as lições" da história ucraniana e "procurar as conclusões corretas".
"Acredito que não haveria maior vitória para (Donald) Trump do que travar a guerra entre a Rússia e a Ucrânia", disse Zelensky em entrevista à publicação norte-americana The Atlantic.
“É muito fácil: basta estabelecer um cessar-fogo e haverá eleições", declarou o líder ucraniano durante uma conferência de imprensa ‘online’, comentando notícias de que Kiev está a planear uma eleição presidencial e um referendo num futuro próximo.