Iranianos celebram morte de ‘ayatollah’ junto a embaixada em Lisboa

Os participantes na ação, promovida pela comunidade iraniana residente em Portugal, exibiam bandeiras do Irão com o Leão e o Sol dourados, a bandeira anterior à atual da República Islâmica, que adotou uma tulipa vermelha estilizada, muito importante no Islão xiita como símbolo de Husayn Ibn Ali al-Hussein, o neto de Maomé que morreu como mártir numa batalha do século VII.

Iranianos celebram morte de ‘ayatollah’ junto a embaixada em Lisboa
Morteza Nikoubazl / Reuters

Várias dezenas de iranianos reuniram-se hoje à frente da embaixada do Irão em Lisboa para celebrar a morte do líder supremo Ali Khamenei e pedir o regresso do filho mais velho do último xá, Reza Pahlavi.

Os participantes na ação, promovida pela comunidade iraniana residente em Portugal, exibiam bandeiras do Irão com o Leão e o Sol dourados, a bandeira anterior à atual da República Islâmica, que adotou uma tulipa vermelha estilizada, muito importante no Islão xiita como símbolo de Husayn Ibn Ali al-Hussein, o neto de Maomé que morreu como mártir numa batalha do século VII.

Também eram visíveis no local bandeiras dos Estados Unidos e de Israel.

No sábado, mais de 30 iranianos juntaram-se e foram levar flores às embaixadas norte-americana e israelita em Lisboa em sinal de agradecimento aos dois países que atacaram o Irão para eliminar “as ameaças iminentes” do país.

Israel e os Estados Unidos iniciaram no sábado uma vasta operação militar contra o Irão de que resultou já a morte de vários dirigentes políticos e militares da República Islâmica, além de Ali Khamenei.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, deu indicações de que a operação visava o derrube do regime do Irão e incitou o povo iraniano a tomar o poder após a intervenção militar conjunta com Israel.

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