Num comunicado, a GNR alertou para a “crescente sofisticação” da simulação de acidentes de viação, tendo sido registado um caso em que o prejuízo atingiu 15.450 euros.
“Aquilo que foi afirmado pelo Governo é que, em gestão, não tínhamos condições para podermos dar resposta ao nível daquilo que está a ser exigido”, disse José Luís Carneiro, em declarações aos jornalistas à margem de uma reunião informação dos ministros da União Europeia (UE) com a pasta da Administração Interna, em Bruxelas.
"O Presidente da República chama assim a atenção do Governo que venha a entrar em plenas funções após as próximas eleições legislativas, para a justa insatisfação destas outras entidades e para a imperiosidade e urgência de medidas que deem sequência ao trabalho já em curso no atual Executivo", destacou Marcelo.
Depois de uma reunião de duas horas, convocada pelo comandante-geral da GNR, Rui Ribeiro Veloso, as associações salientaram aos jornalistas a importância da reunião, até para perceber a posição do comando-geral, que é, disseram, de solidariedade para com a luta dos profissionais.
O governante, ao sair da viatura em que seguia, cumprimentou duas a três entidades locais e escutou, em sentido, o hino nacional cantado pelos polícias e militares em protesto, não tendo comentado a ação nem cumprimentado qualquer desses elementos.
A contestação dos elementos da PSP, juntamente com os militares da GNR, teve início após o Governo ter aprovado em 29 de novembro o pagamento de um suplemento de missão para as carreiras da PJ, que, em alguns casos, pode representar um aumento de quase 700 euros por mês.
"Nós ouvimos esses reinvindicações com muito respeito, com muita atenção, com todo o cuidado e faremos o que estiver ao nosso alcance para que quem se dedica à segurança do nosso povo se sinta valorizado, se sinta respeitado", disse Pedro Nuno Santo no Parlamento.
O Chega disse que a "presente iniciativa visa começar a eliminar as discrepâncias para com o regime e condições de atribuição aplicáveis à PSP, à GNR e, por consequência, ao Corpo da Guarda Prisional".
A GNR registou nos últimos três dias 540 acidentes, dos quais resultaram três mortos, doze feridos graves e 112 leves, segundo dados provisórios da Operação ‘Natal e Ano Novo 2023/2024’.
Para a plataforma, o ministro José Luís Carneiro deixa “um legado de enorme vazio governativo e um claro sinal de desprezo pelos profissionais da GNR e PSP que ainda tutela”.
Num relatório publicado esta quarta-feira, o Comité para a Prevenção da Tortura sublinha mais uma vez a necessidade de investigar os maus-tratos infligidos pela polícia.
Seis sindicatos da Polícia de Segurança Pública e cinco associações socioprofissionais da Guarda Nacional Republicana estiveram hoje reunidos, em Lisboa, para decidir ações de protesto em conjunto contra o que consideram ser o tratamento desigual e diferença de rendimentos em relação à Polícia Judiciária.
“Tem vindo a ser feito um trabalho de valorização salarial e de valorização das condições de vida das forças de segurança, que deve continuar e até ser reforçado”, disse aos jornalistas José Luís Carneiro, à margem da cerimónia de assinatura do Compromisso Visão Zero 2030 entre a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária e a Brisa Autoestradas, inserido na Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária – Visão Zero 2030.
“Face a 2023, o orçamento da Administração Interna para 2024 alcança o maior investimento de sempre com um total de 2.673 milhões de euros”, disse aos deputados José Luís Carneiro na discussão do Orçamento do Estado para 2024 (OE2024) na especialidade para o setor da segurança interna.
O Governo prevê investir 10 milhões de euros na remoção dos pontos negros nas estradas, anunciou hoje o ministro da Administração Interna, garantindo que não faltará dinheiro, desde que haja capacidade de execução das autarquias.
Os sindicatos mais representativos da PSP e da GNR salientaram hoje a difícil missão que os novos responsáveis pelas duas forças de segurança têm pela frente e reiteraram a necessidade de serem melhoradas as condições dos seus profissionais.
O Governo vai nomear o tenente-general Rui Veloso como novo comandante-geral da GNR e o superintendente-chefe Barros Correia como novo diretor nacional da PSP, no início de setembro, foi hoje anunciado.
O ministro da Administração Interna pediu hoje a toda a população para ter "cuidados redobrados" nos próximos dias evitando ignições de fogos, quando se prevê aumento significativo das temperaturas.
O controlo documental nas fronteiras aéreas, marítimas e terrestres no âmbito da JMJ entrou em vigor em 22 de julho e está a ser feito de forma seletiva e direcionado com base em informações e análise de risco.
“Sabemos que muitos profissionais vão ser mobilizados para a zona de Lisboa de outras partes do país. Diariamente já é difícil os profissionais conseguirem chegar a todas as situações por falta de efetivo, logicamente que mais difícil será, porque vai haver milhares de profissionais que vão ser deslocados para Lisboa”, refere o líder da APG/GNR, continuando: “A segurança das pessoas está sempre garantida, mas, mais uma vez, com o sacrifício dos profissionais”.