Num comunicado, a GNR alertou para a “crescente sofisticação” da simulação de acidentes de viação, tendo sido registado um caso em que o prejuízo atingiu 15.450 euros.
"É uma proposta que não chega sequer a ter dignidade para ser uma proposta”, disse aos jornalistas Bruno Pereira, presidente do Sindicato Nacional dos Oficiais de Polícia.
Segundo a proposta inicial do Governo, a que Lusa teve acesso, os oficiais passariam a ter um subsídio de 12% da remuneração base do comandante-geral da GNR, que é de 5.216,23 euros, enquanto a percentagem para os sargentos é de 9% e para os guardas de 7%.
Durante as primeiras reuniões foi apresentada a proposta de protocolo negocial e as respetivas matérias a negociar assumindo, deste logo, o compromisso de apresentação da proposta inicial por parte do Ministério da Administração Interna já nas próximas reuniões agendadas para dia 2 de maio.
Margarida Blasco vai reunir com as quatro associações socioprofissionais da GNR e os seis sindicatos da PSP que exigem a atribuição de um suplemento de missão idêntico ao da Polícia Judiciária.
Em causa está a reivindicação dos agentes da PSP e militares da GNR para que lhes seja atribuído o suplemento de missão já concedido à Polícia Judiciária, uma exigência que Luís Montenegro, durante da campanha eleitoral, considerou justa, mas sem se vincular a valores concretos.
Uma pessoa morreu e 126 ficaram feridas, cinco das quais gravemente, nos 459 acidentes registados quinta e sexta-feira, de acordo com a informação divulgada pela GNR este sábado.
“Vamos esperar que sejamos contactados, não pelo novo ministro da Administração Interna, mas sim pelo próprio primeiro-ministro. Parece que é uma questão que transcende o próprio MAI, até porque foi o agora primeiro-ministro que assumiu esse encargo. Por isso deve ser ele próprio a conduzir e a resolver esta questão”, disse à Lusa o porta-voz da plataforma, Bruno Pereira.
Este estudo, divulgado esta segunda-feira no "Público", analisou o universo de mortes que resultaram diretamente de intervenções policiais ao longo de 24 anos e concluiu 36% das mortes foram de pessoas não-brancas.
Em comunicado, o Comando Territorial de Setúbal, através do Posto Territorial de Alcochete, dá conta da apreensão, no dia 14 de março, de 1.100 quilos de amêijoa japonesa (Ruditapes phippinarum), no concelho de Alcochete, no âmbito de uma operação de fiscalização da apanha e transporte de bivalves.
A Guarda Nacional Republicana vê serem promovidos 280 oficiais, 280 sargentos e 1.320 praças. A decisão passou pelos Ministérios da Administração Interna, da Presidência e das Finanças.
Também o presidente do Sindicato Nacional dos Oficiais de Polícia (SNOP) acrescentou que “é importante manter o assunto na ordem do dia” para que o próximo Governo tome uma posição.
O presidente do Sindicato Nacional dos Oficiais de Polícia (SNOP), também porta-voz da plataforma que congrega 11 sindicatos e associações da Polícia de Segurança Pública e Guarda Nacional Republicana, afirmou à Lusa que nenhuma estrutura da PSP e GNR vai à reunião, considerando que o MAI tem argumentado até agora que estavam em gestão.
No total, as autoridades registaram 347 crimes de discriminação e incitamento ao ódio em 2023, mais 77 casos do que no ano anterior, um aumento que é mais evidente na área tutelada pela GNR.
Estas posições foram transmitidas pela deputada socialista Joana Sá Pereira no período de declarações políticas da reunião da Comissão Permanente da Assembleia da República, num discurso em que deixou uma série de perguntas a propósito da contestação pública da PSP e GNR.
Em declarações à Lusa, Bruno Pereira, o porta-voz da plataforma que junta sindicatos e associações da PSP e GNR, defendeu que a postura de José Luís Carneiro foi “um bocado inquisitorial” e que só veio irritar ainda mais os elementos das forças de segurança, que já há quase um mês estão em protesto por melhores condições salariais e a equiparação ao suplemento de missão atribuído no final do ano passado à Polícia Judiciária (PJ).
José Luís Carneiro alertou para a possibilidade de as medidas tomadas pelas forças de segurança estarem ligadas a "movimentos extremistas". Perante a eventualidade de as eleições ficarem comprometidas, sublinhou que o Estado de Direito não pode ser colocado em causa.
Em causa está o transporte dos boletins de voto e das urnas, que é realizado pelas forças de segurança. Caso se mantenham os protestos, as legislativas, marcadas para 10 de março, podem ficar em causa, de acordo com o presidente do Sindicato Nacional da Polícia.
A expressão vem de São Bento e refere-se ao protesto que obrigou ao adiamento do jogo entre Famalicão e Sporting, que se deveria ter realizado este sábado. Marcelo acompanha a situação em contacto com o Governo.
Em ofício datado de hoje e enviado na sexta-feira, a Plataforma dos Sindicatos da Polícia de Segurança Pública (PSP) e Associações da Guarda Nacional Republicana (GNR) transmite a António Costa que “os polícias chegaram ao limite, podendo desesperadamente extremar posições, como as que estão a desenvolver-se por todo o país”.