Mais do que uma geração de contrastes, a Geração Z revela uma lógica coerente: poupar com propósito, consumir com critério e procurar autonomia financeira fora dos caminhos tradicionais.
Novo estudo da Google com a Bain & Company perspectiva como poderá ser a evolução do poder de compra dos millennials e geração Z e através de que meios serão efetuados os gastos. Uma conclusão interessante: estas gerações não vão prescindir das lojas físicas.
Os resultados indicam que os trabalhadores aceitam salários 10% mais baixos quando trabalham em empresas em sectores mais sustentáveis como por exemplo saúde, educação e reciclagem.
O foco nos clientes tem-se intensificado nos últimos anos, reconhecendo-se que os seus inputs conduzem à definição de melhores produtos, serviços e experiências. Isso implica apostar em proteções mais flexíveis e acessíveis, transparentes e personalizadas.
Porque devem as empresas investir na diversidade geracional e na inclusão de trabalhadores seniores? Em primeiro lugar, porque é a coisa certa a fazer e contribui para a prosperidade social. Em segundo, porque tem um efeito direto na sua produtividade.
Representando 49% da população mundial, os Millennials e a Geração Z, gerações nascidas entre 1980-1994 e 1995-2010 respetivamente, são os investidores mais suscetíveis a moldar o futuro do ESG.
Estaremos a entrar numa nova era em que, finalmente, estamos mais conscientes das experiências sociais online que pretendemos ter, sem nos tornarmos, nós próprios, numa experiência social?
O mundo está em mudança radical. As pessoas são estruturalmente as mesmas. Muitas pessoas e empresas ficarão pelo caminho, muitas delas por serem arrastadas pela pressão à sua sanidade mental. Soluções? Poucas ainda.
Em jeito de conclusão, há uma nova geração de colaboradores que está a ensinar as empresas (e os seus gestores) a não mandar, mas a ter de liderar, tal como uma nova geração que necessita de saber esperar pelo seu tempo.