O Eurofighter Typhoon é o terceiro caça na corrida para substituir os F-16. Consórcio da Airbus defende compras europeias num momento de tensão com Washington.
O país tem muito mar para vigiar e tem de estar atento para impedir a atividade de atores hostis. F-35 está à altura desta missão, defendem norte-americanos.
Lockheed Martin colabora com a indústria nacional há décadas e garante que quer fechar parcerias para colaborarem na produção do caça F-35. Já foram identificados 16 projetos incluindo na área de IA.
Aviões F-35 são conhecidos por serem ‘invisíveis’ para os radares. Têm sido usados com sucesso nos teatros de guerra mais recentes como o Irão contra o regime dos ayatollahs, na Síria ou Iraque contra o Estado Islâmico ou na Europa de Leste, para travar Putin.
Produtores de aviões de combate da Europa e dos EUA alinham-se para fornecer a Portugal o substituto dos F-16. Vários países já passaram por este processo: quem está a ganhar a batalha global pela supremacia aérea?
"Existem propostas europeias muito fortes em cima da mesa para Portugal", defende a Associação Europeia de Defesa referindo-se aos SAAB Gripen da Suécia, Eurofighter Typhoon de consórcio europeu e os Dassault Rafale de França. Pela 'Team USA', alinham os F-35.
O presidente ucraniano chegou a uma base da força aérea neerlandesa em Eindhoven, no sul dos Países Baixos, dois dias após os Estados Unidos terem autorizado o envio de caças F-16.
Num contexto onde o ‘empate técnico’ parece continuar a marcar os reencontros diários entre russos e ucranianos, o embaixador Francisco Seixas da Costa analisa o quadro mais além e antecipa um problema difícil. Veja a análise no programa da plataforma multimédia JE TV.
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergei Lavrov, classificou como uma "escalada inaceitável" o envio pelo Ocidente de caças F-16 para a Ucrânia, durante uma entrevista a ser hoje transmitida pelo canal 1 da televisão russa.