Entre os Estados-membros, a Roménia (94,8%), a Eslováquia (93,0%) e a Croácia (91,1%) apresentam as maiores percentagens de pessoas que compram a casa onde vivem, sendo que a Alemanha (53,5%) é o único país da UE onde há mais pessoas a viver em casas arrendadas do que em próprias.
Na União Europeia (UE), o indicador manteve-se também estável na comparação com setembro nos 6,0%, mas recuou face aos 6,1% de desemprego de outubro de 2022.
Este valor compara-se com a de 2,9% registada em outubro e a de 10,1% de novembro de 2022, medida pelo Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), de acordo com o Eurostat.
Celebra-se esta segunda-feira, 20 de novembro, o Dia Universal dos Direitos da Criança, mas dados da Pordata mostram que há um longo caminho a percorrer. Em 2011, Portugal era o 11.º país com maior taxa de pobreza entre as crianças e jovens: 18,6% vs. 19% na União Europeia.
A falências diminuíram 5,8% em comparação com o trimestre anterior, enquanto os registos de novas empresas aumentou 0,7% face ao trimestre anterior, de acordo com o Eurostat.
De acordo com dados do Eurostat, a produção industrial em setembro caiu 1,1% em setembro, e registou uma descida de 0,9% na União Europeia (UE), em comparação com o mês de agosto.
Durante o mês de setembro o volume de comércio a retalho desceu 0,3% na Zona Euro e 0,2% na UE. Em comparação com o período homólogo, caiu 2,9% na zona Euro e 2,7% na UE.
Isabel Schnabel, membro do Comité Executivo, sublinhou que o último esforço para baixar a inflação para 2% é o que mais vai custar. Apontou para indicadores que comprovam a fragilidade das economias e lembrou que as taxas de juro podem voltar a subir.
Dados preliminares publicados esta terça-feira pelo Eurostat destacam Portugal como um dos cinco Estados-membros onde as taxas de crescimento do PIB, em relação ao mesmo trimestre de 2022, foram positivas. O mesmo não se passou na comparação em cadeia.
O Eurostat dá conta de descidas significativas em Espanha (-41%) e Dinamarca (-16%), registando descidas menores em Portugal (-6%), Malta (-3%) e Luxemburgo.
"As medidas destinadas a atenuar o impacto dos elevados preços da energia continuaram a ter um forte impacto nos saldos das finanças públicas no segundo semestre de 2022".
O país coloca-se entre os líderes europeus no que diz respeito à variação homóloga que se regista naquele sector, de acordo com as estimativas do Eurostat.
Em Portugal, a região onde se observam os números mais altos é o Alentejo, nos 11,47%. A Área Metropolitana de Lisboa está no caminho oposto, em 2,152%.
Num ano, os preços na energia caíram 30,6% no bloco económico e geraram um decréscimo acentuado na indústria. Excluindo o sector energético, observou-se uma subida de 1,0%. Em Portugal, os preços no sector caíram 4,5%