A produção industrial caiu 1,1% na Zona Euro e 0,9% na União Europeia (UE) em setembro, quando comparado com agosto, segundo dados do Eurostat.
De acordo com os dados divulgados, a produção de bens de consumo duráveis e não duráveis na Zona Euro desceram 2,1%, a produção de energia caiu 1,3% e a produção de bens intermédios registou um recuo de 0,3%. Já a produção de bens de capital foi a única a apresentar uma subida de 0,3%.
Já na UE, a produção de bens de consumo caiu 2,4%, a produção de bens de consumo não duráveis desceu 1,2%, a produção de energia apresentou uma queda de 1% e a produção de bens intermédios teve um decréscimo de 0,2%. Também apenas a produção de bens de capital registou uma subida de 0,4%.
Entre os países da UE que registaram as maiores quedas estão a Bélgica, com uma descida de 3,2%, seguida de Portugal, com 3% e a Estónia e Irlanda, ambas com 2,9%. Em sentido contrário, a Croácia registou a maior subida, com 4,3%, seguida da Eslovénia, com 4,1% e da Hungria com 1,3%.
E em relação a 2022?
Em comparação com o período homólogo, em setembro a produção industrial apresentou uma queda de 6,9% na Zona Euro e de 6,1% na UE.
Na Zona Euro, face ao período homólogo, a produção de bens de capital caíram 9,5%, seguidos dos bens de consumo duráveis, que desceram 8,1%, os bens de consumo não duráveis registaram uma queda de 6,7%, a energia teve um decréscimo de 5,8% e os bens intermédios desceram 4,5%.
Na UE, a produção de bens de consumo duráveis foi a que registou a maior queda em setembro face ao período homólogo, de 8,9%, seguida dos bens de capital, com uma descida de 8,1%, a energia caiu 5,5%, os bens intermédios desceram 5% e os bens de consumo não duráveis tiveram um decréscimo de 4,3%.
Os países da UE que registaram as maiores quedas foram a Irlanda, com uma perda de 27,2%, a Bélgica com 14% e a Estónia com 12,5%. Em contraciclo, a Dinamarca foi o país que registou o maior crescimento, de 2,8%, seguida da Grécia, com 2,1%, da Croácia, com 1,6% e de Malta, com 0,4%.