O bloco da moeda única cresceu 0,3% no segundo trimestre, tal como no trimestre anterior, o que representa um avanço homólogo de 0,6%. Portugal registou dos maiores crescimentos homólogos, mas desiludiu em cadeia.
As reservas do primeiro trimestre deste ano feitas por esta via cresceram 28,3% numa análise homóloga, o que corresponde a 123,7 milhões de noites passadas em alojamentos cujas reservas foram registadas em plataformas como Airbnb, Booking, Expedia Group e TripAdvisor.
Os primeiros três meses do ano bateram individualmente recordes de reservas turísticas de curta duração, com 33,3 milhões de dormidas em janeiro, 41,2 milhões em fevereiro e 49,2 milhões em março.
Os serviços continuam a ser o foco, com o subindicador referente ao sector terciário estável em 4,1%, bastante acima da leitura nominal e do objetivo de médio prazo do BCE de 2%.
As atenções vão estar centradas no Parlamento, onde os deputados vão abordar o atual panomarama sócioeconómico do país a partir das 09h00. Para hoje está igualmente agendada a divulgação dos resultados da NOS referentes ao segundo trimestre.
A praça lisboeta registou ganhos na sessão de sexta-feira, em linha com as congéneres europeias. Na semana que agora se inicia vai ser confirmada a inflação na zona euro em junho e o BCE vai reunir, sendo que poderão haver novidades sobre os juros de referência.
Em Portugal os preços desceram 0,7 pontos percentuais face ao trimestre anterior e 0,8 p.p. quando comparado com o trimestre homólogo, segundo os dados revelados pelo Eurostat.
No dia no qual se encerra o Fórum anual do Banco Central Europeu, em Sintra, o Eurostat publica os preços na produção industrial relativos ao mercado interno da UE, no mês de maio.
A taxa de desemprego portuguesa fixou-se em 6,5% do período em análise, significando que ficou acima da média europeia, depois de em abril ter ficado em linha.
Entre todos os países da UE, o impacto económico foi de 267,5 mil milhões de euros, tendo sido criadas 1,5 milhões de empresas, representando 4,8% de todas as empresas ativas na economia empresarial da União Europeia.
Segundo dados do Eurostat divulgados esta segunda-feira, entre janeiro e março, os custos com a mão de obra subiram 5,1% na zona e 5,5% na União Europeia a 27, face a igual período do ano anterior.
Os dados indicam um recuo de 0,2 pontos percentuais no primeiro trimestre, face ao último trimestre do ano passado. Os números nacionais contrariam a tendência europeia, mas continuam acima da média das economias do bloco.
Numa comparação em cadeia, a produção de serviços diminuiu 0,4% na área da moeda única e 0,6% na UE. Em fevereiro, cresceu 1,1% na Zona Euro e 1,2% na UE. Números do indicador em Portugal não se encontram disponíveis.
Portugal sentiu um dos maiores aumentos da zona euro no comércio a retalho no mês de abril, na ordem dos 1,7%. Ainda assim, ficou atrás de países como Eslováquia (2,4%), Bulgária e Áustria (ambos 1,9%). Em termos homólogos as vendas a retalho mantiveram-se estáveis na zona euro e verificaram uma ligeira descida de 0,1% na União Europeia.
A candidatura de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos recebeu 34,8 milhões de dólares em donativos nas horas seguintes a ser conhecida a decisão do tribunal de Nova Iorque, na passada quinta-feira. Trump foi considerado culpado das 34 acusações que recaíam sobre si.
A cotada registou a maior valorização no PSI, esta sexta-feira. A sessão foi de leves ganhos em Lisboa, ao passo que se notou um sentimento misto entre as praças europeias, após ser conhecida a aceleração da inflação tanto em Portugal como na zona euro.