A Lei dos Serviços Digitais permite sancionar indivíduos apenas porque pensam diferente. Seria difícil não considerar esta Lei um inaceitável instrumento de censura.
É também um sector em que “os partidos políticos são mais dados a controvérsias do que a consensos” com “forças partidárias mais interessadas em destruir do que em construir”, e em relação ao qual “os governos e as oposições e as maiorias atuam a pensar nos cinco anos seguintes e não nos 10 ou 20”, considerou o organizador do congresso à Lusa.
A internet pode ser uma ferramenta para consolidar o Estado de Direito e a economia de mercado, como pode fraturar o sistema internacional e acelerar a corrosão interna das nossas sociedades.
Não consigo conciliar esta Europa, a nossa Europa, com uma França liderada pela extrema-direita. Estou certa de que no dia 24 a França fará jus aos seus valores fundacionais: liberdade, igualdade, fraternidade.
Nenhuma transação baseada em tecnologia pode ir contra a lei, porque vivemos, e queremos continuar a viver, num estado de Direito. Então como é que podemos garantir que uma DAO cumpre a lei no mundo da autonomia tecnológica professada pela blockchain?