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Comissão Europeia apresenta pacote de medidas para combater efeitos da crise energética

Num contexto em que “"a coordenação é a chave", a Comissão quer atingir o duplo objetivo de moderar os efeitos da guerra no Médio Oriente e de potenciar uma opção estratégica – a energia limpa e sem dependências externas – que já vinha da invasão da Ucrânia. Paradoxalmente, o motivo é o mesmo: a reação a uma guerra. As medidas apresentadas vão ter um custo de 660 mil milhões de euros por ano até 2030.
Comissão Europeia apresenta pacote de medidas para combater efeitos da crise energética

Irão: Comissão Europeia apresenta hoje medidas de apoio face à crise energética

Em causa está uma caixa de ferramentas que Bruxelas vai divulgar, esta manhã, para fazer face aos elevados preços da energia, incluindo apoio direcionado a consumidores e empresas, possíveis reduções fiscais e ajustes de tarifas e utilização de instrumentos de mercado e reservas estratégicas, quando se assinalam quase dois meses desde os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irão e da consequente resposta iraniana.
Irão: Comissão Europeia apresenta hoje medidas de apoio face à crise energética

Países Baixos deve avançar com primeira fase de plano de crise energética

No âmbito deste plano os mercados energéticos serão monitorizados de perto, enquanto o governo e a indústria se preparam para uma situação pior. De acordo com a Reuters o Governo dos Países Baixos deve avançar com medidas de isenções fiscais para quem possua automóveis mas não devem ser avançadas medidas para a redução dos impostos sobre os combustíveis, como por exemplo já sucede em Portugal.
Ruben Pires20 Abr
Países Baixos deve avançar com primeira fase de plano de crise energética

UE deve reconsiderar proibição de gás russo, apela CEO da Eni

"Acredito que é necessário levantar a proibição do fornecimento de gás natural liquefeito (GNL) proveniente da Rússia, que entrará em vigor a partir de 1 de janeiro de 2027. Não estou a sugerir que a proibição deva ser totalmente abandonada, mas precisa de ser levantada ou prolongada, para não penalizar ainda mais o setor industrial, que já enfrenta dificuldades com os elevados custos energéticos”, disse o CEO da Eni, Claudio Descalzi.
Ruben Pires17 Abr
UE deve reconsiderar proibição de gás russo, apela CEO da Eni

Desejos e realidade

Quando – e se houver – uma onda de fusões transnacionais seremos quase sempre presas e não predadores. Portanto, cuidado com o que se deseja, não vai ser possível agradar a todos, embora me pareça que o destino é inevitável. Orgulhosamente sós… nem na América.
André Macedo17 Abr
Desejos e realidade

Willis: Mercado de seguros da energia continua “bastante frágil” e com “pressão contínua” em baixa

O Relatório do Mercado de Energia publicado, pela Willis, diz ainda que a atividade de sinistros, a realocação de capital e a volatilidade macroeconómica "têm o potencial de travar o ciclo de enfraquecimento" no curto prazo, acrescentando que "não existe nenhum catalisador estrutural isolado à vista que possa impulsionar uma alteração significativa" dos preços.
Ruben Pires16 Abr
Willis: Mercado de seguros da energia continua “bastante frágil” e com “pressão contínua” em baixa

Portugal e o Atlântico, uma oportunidade estratégica para a energia europeia

Mais do que novos parques eólicos, trata-se de construir uma nova infraestrutura energética no Atlântico. Uma rede offshore interligada poderá ligar centros de produção renovável a diferentes países europeus, reforçando a segurança energética do continente e criando novas rotas de eletricidade limpa.
Portugal e o Atlântico, uma oportunidade estratégica para a energia europeia

Acionistas da REN aprovam distribuir dividendos de 106,7 milhões de euros relativos a 2025

Num comunicado hoje divulgado na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a REN indicou que foi deliberada favoravelmente a proposta para dividendos aos acionistas de “reservas acumuladas disponíveis 106.750.601,92 euros”, correspondentes a uma distribuição de 66,8% do resultado consolidado da REN no exercício de 2025, o que “equivale à distribuição de um valor de dividendo bruto por ação 0,160 euros”.
Acionistas da REN aprovam distribuir dividendos de 106,7 milhões de euros relativos a 2025