A consultora brasileira Spring Smart Solutions entrou em Lisboa este verão para fazer a gestão de telecomunicações ou contas da luz e água das empresas. Se há funcionários que vão muitas vezes ao Instagram no telemóvel do trabalho os chefes receberão um alerta.
O executivo madeirense destacou medidas como o Programa de Incentivo à Mobilidade Elétrica na Região Autónoma da Madeira, que já permitiu a aquisição de mais de mil veículos 100% elétricos, entre automóveis, motociclos e bicicletas, com candidaturas que ultrapassaram os 4,1 milhões de euros.
Temos um legado pesado e muitos interesses instalados que beneficiam do atual sistema ineficiente e políticos sem a coragem suficiente para promover uma reforma estrutural.
A centralidade dos serviços de Informações na organização da segurança interna e externa do Estado Português convive melhor com a descrição do que com a notoriedade.
Uma abordagem colaborativa pode melhorar os recursos de resposta a incidentes, permitindo que as organizações coordenem os seus esforços para os conter e ultrapassar.
É um campo novo em que estamos todos a aprender a respeito de riscos e oportunidades, mas parece evidente que a integração de soluções homem-máquina serão cada vez mais prevalentes nos negócios, na sociedade e na arte.
É necessária proatividade para acordar e agir, atuando sobre o que podem ser as dores ou ameaças da Organização, transformando-as em vantagens ou oportunidades de crescimento.
Copiar os bons exemplos e esperar que o novo caminho que está a ser tomado pelo SNS, com a nomeação de um CEO, que deverá implementar uma estratégia de organização focada numa correta gestão, seja a resposta necessária.
Conseguirá o PRR contrariar a “tempestade perfeita” com que a administração pública se confronta e acelerar a modernização do setor? Mesmo pequenas melhorias na gestão no setor público podem ter um efeito grande junto da sociedade e da economia.
A discrepância na ferrovia entre os dois países ibéricos é gritante, e agudiza a nossa condição periférica. Portugal não pode abandonar o desafio da rede europeia de alta velocidade.
A “contabilidade financeira” é de aplicação obrigatória, enquanto as “finanças empresariais” e a procura da eficiência na tomada de decisão é, pelo menos aparentemente, facultativa.