O fundo criado em 2021 para gerir as receitas dos impostos da venda das barragens da EDP no Douro está por implementar há cinco anos, sem que o Governo de Luís Montenegro esclareça a ausência do decreto-lei.
Em resposta a perguntas da Lusa sobre se a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) já notificou as empresas envolvidas no negócio da liquidação dos impostos que o Ministério Público considerou estarem em falta (335,2 milhões de euros de Imposto do Selo, IMT e IRC), fonte oficial do Ministério explicou que há processos de exigência da cobrança (notificação dos contribuintes) que já foram concluídos e outros que o serão entretanto.
Se a REN for um caso isolado, teremos de perguntar se o Governo está seguro de que uma participação de 13,4% lhe dá efectivamente a possibilidade de intervir na política de investimentos e formação de preços da energia.
"Preparámos um plano específico de reforço e supervisão, com especial foco nos distritos de Vila Real e Bragança, onde se prevê uma maior afluência de pessoas", confirmou fonte da NOS ao Jornal Económico.
A iniciativa destina-se a impulsionar o desenvolvimento económico e social de 11 municípios do interior, promovendo o emprego e a fixação de população.
Desde que Donald Trump voltou ao poder que a operação norte-americana ganha peso nas receitas da elétrica portuguesa: de 52% para mais de 60% do EBITDA em menos de dois anos.
A EDP investiu 550 milhões de euros em redes no primeiro semestre deste ano, em Portugal e Espanha, um aumento de 24% em relação ao ano passado, disse à Lusa Miguel Stilwell d'Andrade, presidente executivo da empresa.
Energéticas apostam cada vez mais na hibridização juntando as tecnologias eólica, solar e baterias. Companhia lusa já conta com mais de um giga hibridizado em Portugal e Espanha.
A EDP, através da sua subsidiária EDP Renováveis, fechou a venda de um portefólio solar e de armazenamento de 384 MW na Califórnia a um fundo gerido pela Ares Infrastructure Equity. Negócio avaliado em 800 milhões de dólares rende mais-valia de 40%.
Em comunicado, a energética portuguesa refere que o programa visa acelerar a adoção de tecnologias que contribuam para a transição energética, promovendo a colaboração com startups e scaleups a nível global.
Em comunicado, a EDP explica que a “Tarifa Fixa EDP” permite aos profissionais da plataforma Bolt carregar na rede pública operada pela empresa com um custo final já incluído — energia, utilização do posto e impostos — garantindo maior previsibilidade e controlo das despesas operacionais.
Em comunicado, a empresa refere que receber uma mensagem de correio eletrónico com o nome, a morada ou o número de contribuinte corretos “já não é garantia de autenticidade”.
Em Lisboa, apenas o BCP conseguiu destacar-se pela positiva, com um ganho de 0,47% (1,0780 euros), perante outras cotadas a apresentarem um desempenho negativo.
Segundo o comunicado emitido pela empresa, o reembolso será efetuado pelo valor nominal global de 750 milhões de euros, ao qual acrescerão os juros corridos e não vencidos, incluindo, se aplicável, juros diferidos, até ao dia 28 de julho, excluindo esta data.
De acordo com o ranking da OnStrategy das 25 marcas portuguesas mais valiosas, o segundo lugar vai para a Galp Energia, e a Jerónimo Martins fecha o pódio.
Além da EDP e da EDP Renováveis, que terminaram a negociação com valorizações de 1,91% e 1,51%, respetivamente, apresentaram igualmente um desempenho positivo a Ibersol (+1,31%), o BCP (+0,69%), a Jerónimo Martins (+0,93%), a Galp (+0,71%) e a REN (+0,53%).
A EDP tem sede em Portugal, fala português, é uma empresa global, cada vez mais. Cinco décadas depois de criada, tem 70% do negócio no estrangeiro. Vai continuar a investir, especialmente em redes. “O mais possível”, diz o CEO da empresa.