“A descentralização é um processo relativamente recente, que está a correr muito bem. No país como um todo, nós apresentámos recentemente um estudo que mostra que, quer do lado das escolas, quer do lado das autarquias, a avaliação é muito positiva”, destacou.
SIm, é Cidnay Vale do Ave, o festival que põe a música clássica no radar e no ouvido de todos os que estiverem pelas bandas de Famalicão e Santo Tirso de 2 a 20 de setembro. Concertos, muitos, mas também performances, experiências sensoriais e masterclasses.
A medida consta do programa do XXV Governo Constitucional, entregue hoje na Assembleia da República pelo ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim.
A proximidade das eleições autárquicas, a falta de transparência pública e de rigor técnico-legal do processo, assim como as hesitações e contradições partidárias são outras razões válidas para o veto.
Foram necessários 20 anos de democracia para que a área da Cultura emergisse como Ministério e, desde 1995, apenas o governo liderado por Pedro Passos Coelho regressou ao passado. É importante a Cultura ser Ministra porque significa ser politicamente valorizada.
Portugal tem o 7º menor peso da despesa pública local e regional na União Europeia, e o mesmo sucede na receita, confirmando o nosso elevado centralismo.
A 12ª edição do Periferias - Festival Internacional de Cine(ma) de Marvão e Valencia de Alcántara, entre 9 e 17 de agosto, está de volta com muito mais do que cinema. As pontes, aqui, fazem-se de Cultura.
"Coimbra foi a melhor aposta que teríamos para fazer neste momento", afirmou Susana Mata, responsável pelos Portugal Advanced Technology Centers, no evento de inauguração do espaço, na Torre Arnado, em Coimbra.
Tribunal pede “estrutura integrada de acompanhamento” de forma a mitigar as informações incompletas reportadas pelas várias entidades envolvidas, criticando também os atrasos no processo. António Costa garante que deixará o trabalho feito na área da saúde.
A Cinemateca Portuguesa começa hoje a pôr em prática o projeto “Imagens em Movimento”. Objetivo? Descentralizar e divulgar o património cinematográfico português em todo o país.
Mais do que nunca se fala da necessidade de reestruturar o Estado Central no sentido de se avançar no processo de descentralização e desburocratização.