O custo de agir agora é conhecido e orçamentável. O custo de não agir só se torna visível depois do evento, e nessa altura já não há orçamento que o compense integralmente.
A ministra do Futuro deveria liderar uma estratégia nacional de inovação, prospetiva e de transformação. Para construirmos futuros desejáveis para Portugal – em vez de apenas reagirmos aos indesejáveis.
A agricultura foi abandonada como uma atividade arcaica, ultrapassada, que fica melhor escondida do que à vista, e o país rural foi abandonado com ela. Percebe-se, que dá pouco à economia e, pior, concentra-se em círculos com poucos votos.
Importa criar um pacto geracional para compreender a sociedade em que vivemos, pois, dada a nossa longevidade, cinco gerações coabitam no mesmo local de trabalho, com naturais conflitos de visão e convicções.
Independentemente de quem ganhe as eleições, é crucial que Portugal integre a IA como uma ferramenta de progresso económico, mas também como um meio de promoção de bem-estar e inovação sustentável.
Não há modelos únicos. Mas há espaço para desenvolver políticas de gestão sistematizadas, estáveis, resultando em princípios orientadores para um Estado responsável e útil.
Com uma adaptação estratégica dos produtos financeiros a cada cliente, estamos também a alimentar um investimento mais responsável, sustentável e consciente.
Os 'papéis' dos chineses, americanos e de outros povos chegam a Angola, atraídos por promessas de enriquecimento e de acesso à exploração de recursos naturais...
Para além dos benditos raios de sol, o mês de Abril trouxe-nos episódios de insurreição colectiva, nos protestos pelo direito à habitação e no arrastão em Carcavelos.