A história tem-nos mostrado que somos vulneráveis e que a poupança pode, efetivamente, ser uma forma de contornar certos momentos e ser o nosso maior apoio.
Dados oficiais da CBRE Portugal revelam que o montante gasto pelos portugueses em cuidados de saúde aumentou significativamente, atingindo 26,5 mil milhões de euros em 2023, o que representa 10% do PIB nacional.
O ex-ministro da Saúde, Luís Filipe Pereira, esteve presente no evento Cascais International Health Forum, onde defendeu, mais uma vez, as parcerias público-privadas, referindo que estas "provaram que é possível melhorar o acesso, diminuir listas de espera, com custos muito mais baixos".
A aquisição reforça a sua carteira e estratégia de cuidados de precisão. As adições ao portefólio incluem ferramentas de análise de imagem e de fluxo de trabalho com IA que abrangem várias áreas de cuidados.
O country manager da Bayer Portugal, Marco Dietrich, afirma ao JE que o pipeline da farmacêutica alemã vai permitir entrar com mais força no negócio de venda de medicamentos a hospitais em Portugal. Esta área representa 30% de todas as vendas de medicamentos de prescrição. E fala da constante aposta na inovação, até porque a patente do seu best-seller, o rivaroxabana, não vai durar para sempre.
O impacto da elevada inflação é notório de acordo com grande parte das empresas, de tal forma que os gastos com saúde já são superiores aos registados em 2019, exceção feita a África e ao Médio Oriente.
Decisão foi anunciada pelo secretário-geral do Sindicato Independente dos Médicos (SIM), João Roque da Cunha, horas depois do ministro da Saúde, Manuel Pizarro ter garantido no parlamento que as negociaçõe seriam para continuar, apesar da demissão do primeiro-ministro António Costa.
Os cidadãos de todo o mundo anseiam pelo acesso a cuidados de saúde adequados e o bom funcionamento dos hospitais é um pilar da sustentabilidade dos sistemas de saúde.
De acordo com a Federação Nacional dos Médicos, são colocadas demasiadas responsabilidades nos ombros dos médicos internos, com salários e condições de trabalho insuficientes. Uma situação que vai resultar na rutura do SNS.
O que está a ocorrer é uma catástrofe, e o bem comum impõe que se reforme e se invista no SNS. Existindo, estou certo (digo-o sem qualquer ironia), um consenso nacional sobre esta necessidade, o que o impede, afinal?
A responsabilidade não é apenas de quem nos governa. A Ordem dos Médicos tem uma grande responsabilidade no estado a que a Saúde chegou em Portugal, atuando frequentemente como uma força de bloqueio.
As residências assistidas Domus Vida, localizadas no Estoril e em Lisboa, oferecem atualmente uma proposta que alia o conforto, a privacidade e a qualidade de serviços a um conjunto de medidas de segurança adaptadas ao novo contexto de pandemia.