A habitação não pode ser interpretada através de variáveis conjunturais, porque é uma prioridade estrutural para a coesão social e para a competitividade económica do nosso país.
A combinação da ação dos intermediários de crédito com políticas públicas pode fazer uma diferença significativa. Se nada se alterar, o cenário poderá agravar-se e a desigualdade social tenderá a aumentar.
Apesar do reforço dos meios financeiros da bazuca europeia, dos fundos do PRR e da coesão europeia, continuamos a estar mais pobres e exponencialmente mais endividados.
Proibir o proprietário de fazer o seu negócio é o primeiro passo para agudizar toda a situação. A escassez sempre se resolveu com mais e melhor oferta.