O montante contratado em crédito ao consumo subiu 5,4% num mês, de março face a fevereiro, e 12,9% num ano, comparando março deste ano com março do ano passado, para 777 milhões de euros.
No que se refere ao crédito, em março, o destaque vai para o montante de novos contratos à habitação que aumentou 265 milhões de euros em março, para 1.951 milhões de euros, o segundo valor mais elevado da série histórica. Segundo a nota estatística do Banco de Portugal, o crédito concedido a mutuários com idade igual ou inferior a 35 anos representou 56% do montante de novos contratos para habitação própria permanente concedidos em março.
No relatório sobre os Indicadores Prudenciais e Económico-Financeiros de janeiro a março, do Banco de Moçambique, o Ecobank fechou o trimestre com um rácio de crédito em incumprimento (NPL, na sigla em inglês) de 48,17%, contra 42,66% no final de 2024.
A Finsolutia lançou uma plataforma “habic” para intermediários de crédito depois de ter já no mercado a “4Sight”, que permite aos bancos automatizarem e simplificarem processos de concessão e gestão de créditos hipotecários.
Os intermediários de crédito, com autorização do Banco de Portugal, estão sujeitos a diversas regras que devem ser conhecidas do consumidor de modo a proteger-se.
Os intermediários de crédito fazem a ligação entre o consumidor (quem pede o empréstimo) e as instituições de crédito (como os bancos). O seu papel não é a concessão de crédito, mas a apresentação de propostas e aconselhamento aos seus clientes.
A contratação de seguros de proteção ao crédito é uma medida cautelar para que os consumidores possam fazer face a algum imprevisto no bom pagamento do crédito. São, também, uma garantia adicional para a os bancos e financeiras, daí fazer sentido que os mesmo sejam sugeridos pelas instituições aquando da celebração do contrato de crédito.
No final de fevereiro, o ‘stock’ de empréstimos para a habitação totalizava mais 698 milhões de euros face a janeiro e uma subida de 4,8% face ao mês homólogo, “mantendo a trajetória de aceleração por 14 meses consecutivos”.
O assunto em destaque na Europa nas últimas semanas, o da defesa, receberá no dia de hoje uma nova análise do principal escritório de estatísticas da União Europeia, que examinará os gastos dos Estados-membros relacionados com esta área em 2023.
No preâmbulo do diploma, publicado, o Governo diz que toma a medida de estender às sociedades financeiras o regime da garantia pública do Estado no crédito à habitação a pessoas até 35 anos após ter verificado o "forte interesse" dos cidadãos pela medida e a "significativa adesão já manifestada e concretizada pelas instituições de crédito".
O seguro de vida associado ao crédito habitação, não sendo obrigatório por lei, é um mecanismo de proteção adicional para o segurado e para a instituição de crédito. Em grande parte das situações é uma condição obrigatória para a aprovação do respetivo crédito.
Trata-se do seguro de proteção ao crédito que não é obrigatório, mas é aconselhável, pois representar uma segurança adicional para o consumidor. O seguro de proteção ao crédito pode acautelar a quebra de rendimentos provocada por uma doença, uma situação de desemprego ou a morte do segurado, permitindo que se continue a cumprir com o pagamento das prestações.
São muitos os consumidores que procuram soluções mais fáceis e compensadoras para evitar problemas na gestão do seu orçamento familiar. Uma das soluções é a transferência de um crédito, normalmente do crédito à habitação, para outra instituição bancária que garanta melhores condições.
Segundo a Intrum, "simultaneamente, a empresa recuperou e entregou aos seus clientes, 121 mil milhões de coroas suecas, reforçando o seu papel crucial no ecossistema na economia europeia".
As novas operações de empréstimos aos particulares totalizaram 34,3 mil milhões de euros em 2024, o valor anual mais elevado desde o início da série, em 2003, e mais 1,7 mil milhões de euros do que em 2023, revela o Banco de Portugal. A subida deve-se ao crédito à habitação dos jovens com menos de 35 anos.
Os lucros do BPI cresceram 12% para 588 milhões de euros em 2024, o melhor resultado de sempre da instituição financeira liderada por João Pedro Oliveira e Costa.
A informação foi divulgada pela Gestlifes, uma intermediária de crédito que revelou ter recebido 2.238 pedidos de consolidação de créditos por consumidores entre os 18 e os 25 anos.