O regulamento aprovado pelo Conselho da UE - já validado pelo Parlamento Europeu – responde à subida de preços dos adubos e de outros fatores de produção.
O orçamento, de 192,8 mil milhões, centra-se nas prioridades da União e na resolução dos desafios em curso: impulsionar a competitividade, reforçar a prontidão e a preparação da Europa em matéria de defesa, apoiar a assistência humanitária e abordar as pressões migratórias.
Dada a situação de urgência que “a agricultura enfrenta, a França deverá usar o seu lugar no Conselho [Europeu] e ameaçar suspender a sua contribuição para o orçamento da União Europeia, caso a implementação do acordo [Mercosul] prossiga”, afirmou o presidente da Reunião Nacional, Jordan Bardella, em entrevista à France 3.
“Parabéns a Angola e ao povo angolano. Há 50 anos, a independência de Angola deu início a uma nova era de esperança e possibilidades para o continente africano, com o fim do colonialismo europeu”, escreveu António Costa na rede social X.
Na conferência final da 4.ª cimeira UE-CELAC, que decorreu no domingo em Santa Marta (Colômbia), António Costa considerou que o encontro “cumpriu os objetivos de avançar e consolidar a relação birregional”.
“Esta é a mensagem mais importante que podemos enviar para todo o mundo: num mundo multipolar, a cooperação birregional e o diálogo multilateral são mais importantes do que nunca para juntos construirmos um futuro compartido entre todos”, afirmou António Costa, à entrada para a 4.ª Cimeira UE-CELAC, que decorre em Santa Marta (Colômbia).
“Hoje tomaremos a decisão política de garantir as necessidades financeiras da Ucrânia até 2026 e em 2027. Os detalhes técnicos continuaremos a trabalhar com a Comissão Europeia, mas o mais importante é a decisão política e a mensagem clara que estamos a enviar à Rússia”, disse António Costa, falando à chegada à cimeira europeia em Bruxelas ao lado do convidado, Volodymyr Zelensky.
O presidente do Conselho Europeu defendeu, no congresso dos socialistas europeus, que “a paz sem defesa é uma ilusão” e que a Europa pode rearmar-se sem sacrificar o Estado social. Algo de que muitos duvidam com fundamento.
Fonte do gabinete de António Costa indicou que o antigo primeiro-ministro português representará a UE na cerimónia do Plano de Paz para o Médio Oriente, após ter sido convidado para marcar presença pelo Presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sissi, e pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald J. Trump.
Para o presidente do Conselho Europeu, “esta é uma oportunidade crucial que deve ser aproveitada para lançar as bases de uma paz duradoura, assente numa solução de dois Estados”. “Elogio os esforços diplomáticos dos Estados Unidos, do Egito, do Catar e da Turquia, que tornaram possível este avanço”, adiantou.
“Um orçamento não é só sobre números, é a maior decisão política, uma escolha sobre o nosso futuro, e precisamos de abordar este debate com abertura e um espírito de responsabilidade coletiva”, escreveu António Costa nas redes sociais, pouco depois do princípio da apresentação do Quadro Financeiro Plurianual (QFP), entre 2028 e 2034, por parte da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.
O anúncio dos EUA de tarifas de 30% sobre a União Europeia levou líderes europeus a apoiar negociações para um acordo em que os interesses europeus sejam defendidos.
“Em regra, de quatro em quatro anos há eleições em todos os países, depois há países que abusam dos ciclos políticos e têm eleições em menos de quatro em quatro anos”, diz António Costa à Lusa numa entrevista de balanço dos primeiros seis meses do seu mandato como presidente do Conselho Europeu.
“Pela primeira vez temos uma panóplia de decisões a tomar com consequências concretas no nosso relacionamento com Israel e fruto não da vontade de termos um conflito com Israel, mas da constatação daquilo que é a realidade que ninguém pode deixar de ver”, diz António Costa, em entrevista à agência Lusa em Bruxelas.
“Aqueles que colocam como opção escolher entre o Estado Social e a investir na defesa é um suicídio coletivo porque ninguém se mobiliza para se defender se não for para defender o seu próprio modo de vida. E o que caracteriza o nosso modo de vida europeu é precisamente a existência deste Estado Social forte”, afirma António Costa em entrevista à agência Lusa em Bruxelas a propósito dos seus seis meses no cargo de presidente do Conselho Europeu.
Numa entrevista à Lusa a propósito do primeiro semestre como presidente do Conselho Europeu, que reúne os chefes de Estado e de Governo dos 27 Estados-membros da União Europeia, o político português defende que “a incerteza é o pior possível para a economia”, razão pela qual é fundamental que “rapidamente haja certezas” quanto ao futuro da relação comercial entre os dois grandes parceiros económicos.
O presidente do Conselho Europeu apelou à contenção e à diplomacia após os ataques de Israel ao Irão, situação com a qual está “profundamente preocupado”. Liga Árabe fez o mesmo.
“Hoje estarei em Lisboa e Madrid para assinalar os 40 anos da assinatura dos tratados de adesão de Portugal e Espanha à CEE. Um passo decisivo para duas jovens democracias e um marco que reafirmou a integração europeia como um projeto de valores partilhados, de prosperidade e de paz”, escreveu António Costa, numa publicação na rede social X.
“O acordo UE-Mercosul [Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai] criará a maior zona de livre comércio do planeta, trará enormes benefícios para as nossas empresas e cidadãos e elevará a relação bilateral a um novo patamar”, escreveu hoje António Costa numa publicação na rede social X.
"A ação climática multilateral é mais urgente do que nunca e continua a ser a prioridade, apesar das múltiplas crises", escreveu António Costa nas redes sociais.