O regulamento aprovado pelo Conselho da UE - já validado pelo Parlamento Europeu – responde à subida de preços dos adubos e de outros fatores de produção.
“As cenas trágicas que se desenrolam na Faixa de Gaza, resultantes do cerco e da falta de [acesso] a necessidades básicas, combinadas com a destruição provocada por bombardeamentos significativos [de Israel], estão a fazer soar o alarme para a comunidade internacional”, dá conta uma carta endereçada por Charles Michel aos chefes de Estado e de Governo da União Europeia (UE).
Em conferência de imprensa, Charles Michel disse que a União Europeia (UE) “tem consciência de que tem de combater” essa narrativa que classificou como “falsa” e deu como exemplo o facto de a UE ser o principal financiador da ajuda ao desenvolvimento no terceiro mundo.
A presidente da Comissão Europeia (CE), Ursula von der Leyen, manifestou solidariedade com Marrocos e ofereceu ajuda ao país africano após o terramoto de sexta-feira à noite que causou 632 mortos e 329 feridos.
A presidência espanhola do Conselho da UE anunciou o acordo entre os 27 para a composição do PE depois das eleições europeias, entre 6 e 9 junho de 2024.
"Hoje é mais ou menos claro que o aumento de lucros extraordinários tem contribuído mais para a manutenção da inflação do que as subidas salariais", afirmou o primeiro-ministro português antes do Conselho Europeu, que decorre esta quinta-feira, em Bruxelas.
Depois de "intensas negociações", o Conselho Europeu e o Parlamento Europeu conseguiram 'luz verde' para as próximas normas a implementar no âmbito do Basileia III.
Esta é a demonstração de que "o PS e em particular o senhor primeiro-ministro sempre foram a estabilidade e a continuidade políticas”, acrescenta o líder do grupo parlamentar do PS.
Fontes de Bruxelas acreditam que Costa será o próximo líder do Conselho Europeu, mas o primeiro-ministro diz que não está disponível, frisando que é o "garante da estabilidade".
“Ele vai ser o presidente do Conselho Europeu”. Esta frase é proferida por uma pessoa com um alto cargo em Bruxelas e citada na reportagem do "Público" com a particularidade da mesma parecer quase uma certeza absoluta.
A única exceção a esta diretiva são as pequenas empresas, que ficam isentas desta proibição, enquanto as médias empresas têm quatro anos para se adaptarem ao regulamento comunitário.
O português Carlos Tavares defende que os carburantes sintéticos, que a Comissão Europeia autorizou além de 2035, "não são totalmente neutros neste momento", embora ainda o possam vir a ser. "O custo de produção vai ser muito elevado, seis a oito euros por litro" e a mobilidade pode vir a tornar-se "apenas acessível aos mais ricos".
O aperto regulamentar prevê que se reduza em 55% as emissões de CO2 para carros novos e de 50% para carrinhas novas entre 2030 e 2034, face aos níveis atingidos em 2021. E pretende-se uma redução de 100% nas emissões de CO2 para carros novos e carrinhas a partir de 2035.
É já no Conselho Europeu de amanhã que vai estar em cima da mesa a temática da transição para energias limpas e o governo francês pretende ver a energia nuclear incluída nas mesmas. A ministra da Energia daquele país tem procurado fazer contactos com outros Estados-membros nesse sentido e, para isso, vai reunir com congéneres europeus que têm uma posição idêntica.