No primeiro evento em Portugal, a marca exibiu três modelos 100% elétricos, aos quais se junta um carro voador que poderá "cruzar os céus da Europa num futuro não muito distante".
A empresa está em Portugal desde 2020 e quer estar instalar carregadores em mais de 2 mil edifícios nos próximos 3 anos. Está presente em outros países europeus, num total de mais de 15 mil edifícios.
O Canadá vai impor uma tarifa de 100% aos carros elétricos vindos da China, a partir de 1 de outubro, a que se junta também uma tarifa de 25% ao aço e alumínio vindos do país asiático, que entra em vigor a partir de 15 de outubro.
As fabricantes europeias de automóveis estão a registar uma queda ao nível da procura, com destaque para o mercado de elétricos. A Volkswagen não é exceção, de tal modo que planeia cortar uma fábrica na Alemanha. Por outro lado, as competidoras chinesas crescem de forma assertiva, no mercado global.
A crise do sector automóvel vai impactar nos números anuais, mas a indústria deverá recuperar nos dois anos seguintes, com particular crescimento nas vendas de Tesla e BYD.
Empresa chinesa revela ainda que acelerou a sua expansão para os mercados estrangeiros, bem como o progresso da sua produção local, ao mesmo tempo que acelerou o desenvolvimento do seu negócio de veículos de passageiros de energia nova em mercados fora da China, a fim de expandir ainda mais a sua marca.
A marca alemã vendeu quase 15 mil veículos elétricos em julho, mais 35% do que no mesmo mês de 2023, tendo superado toda a concorrência, no mercado europeu. A Tesla registou um decréscimo de 16% no mesmo período e perdeu a liderança mensal.
Associação Chinesa de Fabricantes de Automóveis sustenta que imposição destas taxas pode “afetar negativamente” o desenvolvimento do sector automóvel na Europa, bem como as “oportunidades de emprego” na região.
O país é já considerado desenvolvido na matéria, já que lhe foram atribuídos 60 pontos (numa escala) na realização de um estudo do grupo Ayvens. Nos últimos 12 meses, o número de elétricos nas estradas portuguesas mais do que duplicou, com 138 modelos únicos vendidos.
A União Europeia colocou taxas à importação de veículos elétricos chineses. As taxas podem ir até aos 37,6% e geraram um recuo das vendas mais acentuado do que a queda generalizada que se observou no sector.
De acordo com um estudo da consultora AlixPartners, aquelas empresas deverão ver a quota de mercado nos mercados externos crescer 10 pontos percentuais, até aos 13%. A nível global, as fabricantes deverão dar resposta a um terço da procura até ao final da década.
Li Chao acrescentou que "o protecionismo comercial não é a saída" e as tarifas "vão impedir o desenvolvimento saudável a longo prazo das empresas da UE".
É a marca chinesa de carros elétricos mais vendida em Portugal. Ambiciona subir ao pódio das vendas nacionais, mas aguarda para ver qual a decisão da marca em relação aos preços depois de Bruxelas ter aumentado as tarifas alfandegárias.
Nada tenho contra a inovação. Menos ainda contra a renovação energética que o mundo evidentemente precisa. Só não suporto distorções do mercado. Numa palavra: 'comichões'.
CEO português da Stellantis avisa que só os mais fortes vão sobreviver nesta luta ("há consequências sociais") e que a imposição de tarifas aos carros elétricos chineses não vai impedir reestruturações nas companhias automóveis europeias e norte-americanas.
Aço e alumínio, semicondutores, carros elétricos, minerais críticos ou painéis solares. Novas tarifas alfandegárias impostas pelos EUA vão ter um impacto de 18 mil milhões para Pequim.
Registaram-se mais de 8 mil matrículas, o que representa uma subida de 26% face a abril do ano passado. Ao nível dos elétricos, o aumento é mais acentuado, acima de 40%.
O número de viaturas importadas quase dobrou desde 2020, para um total de 110 mil em 2023. Em entrevista ao JE, o general manager do Standvirtual assinalou que o sector conseguiu adaptar-se à falta de veículos novos.
Em entrevista ao JE, o diretor-geral do Standvirtual, Nuno Castel-Branco, considera que a concorrência entre construtores e o desenvolvimento tecnológico dos elétricos vai desestabilizar o mercado nos tempos mais próximos, com impacto relevante nos usados.