Fileira de defesa garante que a indústria nacional está preparada para ser fornecedora do caça que vier a ser escolhido por Portugal para substituir os F-16.
O país tem muito mar para vigiar e tem de estar atento para impedir a atividade de atores hostis. F-35 está à altura desta missão, defendem norte-americanos.
Lockheed Martin colabora com a indústria nacional há décadas e garante que quer fechar parcerias para colaborarem na produção do caça F-35. Já foram identificados 16 projetos incluindo na área de IA.
Aviões F-35 são conhecidos por serem ‘invisíveis’ para os radares. Têm sido usados com sucesso nos teatros de guerra mais recentes como o Irão contra o regime dos ayatollahs, na Síria ou Iraque contra o Estado Islâmico ou na Europa de Leste, para travar Putin.
Produtores de aviões de combate da Europa e dos EUA alinham-se para fornecer a Portugal o substituto dos F-16. Vários países já passaram por este processo: quem está a ganhar a batalha global pela supremacia aérea?
"Existem propostas europeias muito fortes em cima da mesa para Portugal", defende a Associação Europeia de Defesa referindo-se aos SAAB Gripen da Suécia, Eurofighter Typhoon de consórcio europeu e os Dassault Rafale de França. Pela 'Team USA', alinham os F-35.
Suecos querem vender a Portugal o substituto do F-16. Argumentam que o Gripen custa um terço face a rivais, voa mais horas e tem mais tecnologia. SAAB aponta que o país tem muito potencial para produzir componentes e não rejeita a hipótese de vir a fabricar caças. Gripen nasceu num país que vive próximo da ameaça russa e vai ser usado nos céus da Ucrânia.
O caça Gripen E, produzido pelo grupo sueco Saab, é apontado como alternativa para substituir os F-16 na Força Aérea Portuguesa. Este gigante europeu do setor da defesa admite que a OGMA, com quem já assinou um memorando de entendimento, tem “muito potencial” para produzir parte dos aviões em Portugal.
"Os caças utilizaram as armas contra os objetos hostis. Estamos em contacto permanente com o comando da NATO", indicou o ministro da Defesa polaco numa mensagem na rede social X.
Caças britânicos intercetaram aeronaves russas que voavam junto do espaço aéreo da NATO nos últimos dias, anunciou hoje o Ministério da Defesa britânico em comunicado.
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergei Lavrov, classificou como uma "escalada inaceitável" o envio pelo Ocidente de caças F-16 para a Ucrânia, durante uma entrevista a ser hoje transmitida pelo canal 1 da televisão russa.