Na área do clima e energia é urgente implementar a Lei de Bases do Clima na sua totalidade, a começar pela criação do Conselho de Ação Climática, que já deveria ter sido criado.
Cláudia Carvalho-Santos usa algoritmos para combinar modelos hidrológicos e imagens de satélite, calculando, assim, a pegada hídrica das empresas em termos de quantidade e qualidade.
A Madeira está representada através da ACIF-CCIM. A iniciativa tem cofinanciamento de 85% de quase um milhão de euros da Agência Executiva Europeia para o Clima, Infraestruturas e Ambiente através do Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos, das Pescas e da Aquicultura.
"Atualmente, apenas 16% das empresas já procederam à avaliação do impacto da sua cadeia de abastecimento na biodiversidade e apenas 20% aferiram o das suas atividades", destacou o estudo da Research Institute da Capgemini.
O ESG, a sustentabilidade e o ambiente há muito que deixaram de ser apenas uma moda. Geram cada vez mais dinheiro. O Land é o primeiro fundo imobiliário do seu tipo em Portugal e os seus promotores acreditam que a compra, regeneração e gestão da floresta em regiões depauperadas vai fazer a diferença no interior do País e nas carteiras de quem investe.
Urge que os governos nacionais, incluindo Portugal, deitem as mãos ao trabalho e criem a legislação que possa estar em falta, mas também implementem a que esteja em vigor.
O restauro ecológico é um tema tão ou mais premente quanto é o facto de, no nosso país, a biodiversidade estar em acentuado declínio desde o início dos anos de 1970.
Este livro de Aldo Leopold é um marco na história do movimento conservacionista e promove, ainda hoje, o constante debate em torno das questões do nosso planeta.
Incompreensivelmente, são muitas as áreas protegidas que não dispõem de um qualquer plano de gestão ou de outro tipo de instrumento de planeamento com orientações de gestão.
Urge uma mudança do modelo económico em que temos vindo a basear o modo de vida da nossa sociedade, começando por, em linha com os compromissos saídos da COP15, reduzir em pelo menos 500 mil milhões de dólares os subsídios prejudiciais à biodiversidade.
Mais do que esperar por “estudos”, urge arregaçar as mangas e preparar o regresso a partir das cinzas, procurando restaurar o que se perdeu sob o signo de uma maior resiliência climática.
As metas para ESG são audaciosas, mas a forma como as organizações trabalham esses indicadores assenta num cálculo eminentemente manual e numa total ausência de capacidade preditiva. Importa rever esta questão.
O trabalho que Portugal tem vindo a fazer de estudo permanente e dedicado do seu “Mar Portugal”, nomeadamente no quadro do alargamento da plataforma continental que corre atualmente nas Nações Unidas, é extremamente relevante. Portugal continua a ser um país líder no debate sobre a ação do oceano.