Num país imenso e multifacetado como os EUA, feito por imigrantes, com 350 milhões de habitantes das mais diversas proveniências, um agente da ICE exigir a documentação a um cidadão porque tem sotaque é, tão-só, ridículo.
Segundo a “Reuters”, as autoridades acusam a empresa de tentar “passar uma imagem de produção e comercialização sustentável das suas peças de vestuário, através de alegações ambientais vagas, confusas e enganadoras”, referiram as autoridades italianas.
É urgente uma posição firme contra essa hipocrisia, e em nome do futuro firmar um compromisso verdadeiro da comunidade internacional, dos investidores e dos próprios governos africanos.
O pagamento de reparações, por Portugal, só fará sentido se realmente beneficiar os descendentes comprovados das pessoas escravizadas, com valores simultaneamente justos e realistas, o que será muito difícil de conseguir. Mas, sobretudo, só fará sentido se feito em conjunto com o Brasil, que era o outro pilar do antigo império luso, o que também não será fácil.
Como ninguém está à espera de uma transformação relâmpago da essência do ordenamento jurídico, há que começar simplesmente pelas cláusulas mais simples.