Estado mais simples para fazer crescer a economia e valorizar os salários. São estes os pilares que o presidente da CIP – Confederação Empresarial de Portugal, Armindo Monteiro, aponta como prioridades para o novo governo. Em 5 Minutos, no JE e na TSF, diz que a fiscalidade tem de ser repensada, o orçamento também, e devem ser encaradas reformas, como a da segurança social. “Esperamos que o governo não ceda á tentação de gerir apenas o corrente”, afirma.
Armindo Monteiro diz que momento histórico deve ser aproveitado para transformar economia, sob pena de ficarmos “a distâncias quânticas” dos outros países.
“Neste momento, sobretudo na industria agroalimentar, contabilizamos prejuízos que não são recuperáveis”, disse à Lusa o presidente da CIP, Armindo Monteiro, precisando que a estimativa dos prejuízos (15 milhões de euros) foi feita tendo em conta um dia normal de trabalho e o tempo da falha de energia, sendo este valor uma média que tem algumas falhas na sua aferição.
O organismo presidido por Armindo Monteiro sublinha, em comunicado, que "recebeu com profunda tristeza a notícia hoje tornada pública da morte do Papa Francisco".
À saída de uma reunião com o Governo, Armindo Monteiro referiu que "houve uma preocupação de ter uma 'task force' forte para poder gizar um plano forte e abrangente e nesse sentido foi bom, porque temos que responder a isto de forma muito concertada porque o desafio é grande".
“Nós temos de responder com a força que a Europa tem, em conjunto nós representamos um mercado significativo, em conjunto somos um importante grupo, um importante bloco económico e comercial e, nesse sentido, temos de demonstrar a força que temos”, afirmou Armindo Monteiro, em declarações aos jornalistas à chegada à reunião plenária da Comissão Permanente de Concertação Social, em Lisboa.
Empresários estão convocados para um congresso em abril, imediatamente antes do início da campanha eleitoral, com o objetivo de recentrar o debate nas questões económicas.
A CIP preparou um relatório para Emmanuel Macron perceber os benefícios de a indústria nacional ser um fornecedor de primeira linha do setor da defesa do seu país, revelou Armindo Monteiro ao JE.
Nas palavras de Armindo Monteiro, esta mudança "é, mais uma vez, um convite para que as empresas portuguesas ou europeias tenham esta preocupação de diferenciar o seu produto, não apenas pelo preço, mas pela qualidade". "É obvio que isto depende muito da resistência", assinalou, em declarações à SIC Notícias.
No início de outubro o presidente da CIP assinou o acordo concertação social que estabelece um referencial para aumentos salariais gerais de 4,7% para o próximo ano, no entanto, em entrevista à Antena 1, Armindo Monteiro referiu que só é possível fazer este aumento se avançarem medidas para a produtividade.
Com o Orçamento do Estado para 2025 na ordem do dia, e já após a reunião de hora e meia entre Montenegro e Pedro Nuno na passada sexta-feira, o presidente da CIP indicou que esta é uma questão de apoio às empresas e da sua valorização, muito mais do que uma questão do custo.
O presidente da CIP junta-se ao setor da justiça nos aplausos à nomeação de Amadeu Guerra como novo procurador-geral da República. Aos elogios do seu currículo, Armindo Monteiro destaca agora a importância do perfil do novo PGR na luta contra a corrupção, apontada como um entrave ao crescimento económico. E frisa a vantagem para a economia decorrente da igualdade de oportunidades dos agentes económicos.
"Vamos com expectativa positiva", disse Armindo Monteiro, à entrada da reunião de Concertação Social, que decorre hoje em Lisboa. O presidente da CIP sublinha, que, apesar de ser "urgente promover aumentos salariais", é necessário combiná-los com medidas que incentivem a produtividade.
"A Liga Portugal é um integrante da CIP e não conseguimos compreender porque uma atividade de entretenimento na área da Cultura tenha IVA a 6%, e a indústria do Futebol tenha 23%", defendeu o presidente da CIP no "Thinking Football Summit", cimeira organizada pela Liga Portugal.
Depois de ter visto o 15º mês englobado para efeitos de cálculo da taxa de IRS a pagar, a CIP quer recuperar o espírito inicial desta proposta, que, diz Armindo Monteiro, “tem de ser isenta” de imposto. O representante dos patrões promete ainda mais propostas na reunião da concertação social desta quarta-feira.
Após o Eurogrupo ter sinalizado esta semana um caminho orçamental mais estreito para garantir a redução do défice e dívida, CIP alerta para reforço da aposta no investimento e alívio no IRC.