O maior perigo para os Estados Unidos não é que a China simplesmente os substitua. É que aliados, parceiros e adversários concluam simultaneamente que depender de Washington passou a ser um risco.
Uma sucessão de acontecimentos aponta para a erosão do ativo estratégico mais importante que sustentou a ordem internacional construída pelo Ocidente desde 1945: a previsibilidade.
Segundo as mesmas fontes, citadas pela agência de notícias francesa AFP, a coberto do anonimato, o acesso às bases militares sauditas mantém-se, contudo, inalterado para outros fins.
William Lai Ching-te deveria ter viajado para o país, um dos 12 parceiros diplomáticos de Taiwan, em março, mas teve de cancelar a viagem inicial devido à pressão chinesa, afirmou o Governo de Taiwan.
O anúncio foi feito pelo ministro da Defesa, Richard Marles, no Clube Nacional de Imprensa em Camberra, no âmbito da apresentação da nova Estratégia Nacional de Defesa 2026, que detalha o reforço das capacidades militares do país.
Reduzir riscos em relação aos Estados Unidos não significa romper com Washington, tampouco aderir a qualquer forma de antagonismo simplista. Significa, antes, restaurar a capacidade de decisão.
Fica o recado de Carney: é necessário calibrar as relações na economia global e a importância de outros países e blocos económicos emergentes, incluindo a China, Índia, Tailândia e o Mercosul.
O jornal nova-iorquino, que cita várias autoridades norte-americanas ligadas ao processo, referiu na terça-feira que este é o mais recente sinal da iniciativa da administração liderada por Donald Trump de reduzir a presença militar dos EUA na Europa.
As forças armadas jordanas, no âmbito da coligação internacional, realizaram "ataques aéreos contra vários alvos pertencentes ao grupo terrorista [EI] em diversos locais dentro do território sírio", segundo um comunicado militar.
Os esforços feitos ao longo dos últimos meses pelos mediadores - Egito, Qatar e Estados Unidos - não conseguiram, até agora, alcançar um cessar-fogo duradouro para a guerra israelita que assola a Faixa de Gaza há 22 meses, e onde, segundo a Defesa Civil, mais 19 palestinianos foram hoje mortos em bombardeamentos e tiroteios israelitas.
O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, saudou a decisão como uma “clara demonstração do firme compromisso da Alemanha com a defesa da Ucrânia”, afirmando que o novo pacote ajudará o país invadido a defender-se da agressão russa.
Putin admitiu esta hipótese em declarações no Kremlin (presidência russa) após um encontro com o xeque Mohammed bin Zayed Al Nahyan, Presidente dos Emirados Árabes Unidos.
“Outrora, o centro do mundo era o Oceano Atlântico, agora, o centro do mundo já não é os Estados Unidos e a União Europeia, é o mundo – tudo o resto com que se deve construir uma relação -, e a NATO tem de mudar para se adaptar à nova realidade, ou já não tem razão para existir”, declarou o ministro italiano, à margem de uma conferência em Pádua.
Segundo o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, a ofensiva, ainda em curso, já destruiu “um grande número” de lançadores de mísseis e metade dos ‘drones’ (aeronaves não-tripuladas) de Teerão.
Para a Europa, esta é uma oportunidade única para se unir, integrar e investir em infraestruturas, no mercado intracomunitário, na defesa e nas suas condições únicas, diferenciadoras a nível social e ambiental.
“O inimigo efetuou um ataque com mísseis guiados contra o porto de Berdiansk. As bolsas de fogo causadas pelo impacto foram extintas”, informou o governador imposto por Moscovo, Yevgeny Balitsky, nas redes sociais.
Para ser um 'grande actor' na nova ordem mundial, a Europa terá de ultrapassar o modelo da Europa das Nações, substituindo-o por um modelo federal. Difícil, sim, mas inevitável.
O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou hoje, numa chamada telefónica ao homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, uma nova ajuda militar de Washington a Kiev avaliada em 425 milhões de dólares e incluindo “capacidades de defesa antiaérea adicionais”.
O Governo dos Estados Unidos descreveu como inaceitável a proposta do Presidente russo Vladimir Putin, que prometeu iniciar negociações de paz se a Ucrânia se retirar de quatro regiões e abdicar de aderir à NATO.