O montante médio financiado registou uma descida significativa: de 193.851 euros em julho para 181.827 euros em agosto, menos 12 mil euros em apenas um mês.
Em junho de 2025, 768 mil famílias em Portugal continental beneficiaram da Tarifa Social de Eletricidade, um regime de apoio automático que garante uma redução de 33,8% na fatura de energia elétrica.
O setor das comunicações voltou a registar um aumento nas queixas dos consumidores. A Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) contabilizou 25,9 mil reclamações no segundo trimestre de 2025, mais 7% face ao mesmo período de 2024.
Um levantamento recente sobre a taxa de esforço das famílias portuguesas, indicador que mede a percentagem do rendimento destinada ao pagamento de encargos com habitação e crédito, revela que os lares nacionais estão a canalizar, em média, 28,7% do orçamento mensal para este fim.
Com as recentes alterações nas tarifas de eletricidade, muitos consumidores portugueses questionam-se se devem permanecer no mercado regulado ou explorar as opções do mercado livre, que oferecem maior flexibilidade e diferentes pacotes tarifários.
O mercado de crédito habitação em Portugal apresenta uma amplitude significativa nos montantes concedidos, refletindo a diversidade socioeconómica dos compradores e a variedade de imóveis adquiridos.
A tarifa social da água continua a ser uma das principais medidas de apoio às famílias com baixos rendimentos, permitindo aliviar os encargos mensais da fatura. No entanto, o acesso a este benefício depende de cada município e nem sempre os descontos cumprem as recomendações da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR).
Proprietários de imóveis arrendados podem beneficiar de reduções significativas no IRS ao abrigo do art.º 72.º do CIRS, desde que celebrem contratos de longa duração.
Portugal enfrenta em 2025 uma das temporadas de incêndios florestais mais devastadoras dos últimos anos. Até agosto, já foram registados mais de 10.000 hectares de área ardida, três vezes mais do que no mesmo período em 2024. Este aumento preocupa autoridades e populações, evidenciando a vulnerabilidade do território e a necessidade de medidas preventivas e de proteção financeira.
Os portugueses que recorrem a crédito habitação têm uma preferência clara por apartamentos de 2 e 3 quartos, segundo os dados mais recentes em crédito habitação do ComparaJá. Os T2 lideram a lista, seguidos de perto pelos T3, refletindo a procura por imóveis equilibrados entre espaço e custo.
Com o arranque de mais um ano letivo, milhares de famílias portuguesas vão poder beneficiar da oferta de manuais escolares gratuitos, medida do Estado que abrange todos os alunos do 1.º ao 12.º ano do ensino obrigatório.
O mercado de energia registou uma inversão de tendência em julho: as tarifas fixas passaram a ser, para a maioria das famílias, a opção mais económica, relegando as tarifas indexadas para segundo plano. Segundo dados do ComparaJá, a mudança de fornecedor pode representar uma poupança anual superior a 720 euros.
A EDP Comercial continua a liderar o mercado livre de eletricidade em Portugal Continental, mas a sua posição apresenta sinais de erosão. Em junho de 2025, a empresa detinha 59,8% dos clientes e 37,2% do consumo no mercado liberalizado, de acordo com os dados da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).
De acordo com a mais recente análise de mercado em energia do ComparaJá, a mudança de fornecedor está a tornar-se um hábito cada vez mais comum entre os consumidores portugueses, especialmente em distritos como Setúbal, Braga e Aveiro.
Os termômetros subiram e, com eles, também o interesse em comprar casa. De acordo com a mais recente análise de mercado em crédito habitação do ComparaJá, julho registou um reforço na procura de crédito para aquisição de habitação, que passou de 54,4% em junho para 55,9%, um acréscimo de 1,5 pontos percentuais.
O mercado de crédito habitação continua a mostrar sinais de descentralização, segundo o mais recente relatório de crédito habitação do ComparaJá. Em julho, Lisboa manteve-se como a região com maior procura (45,16%), mas Setúbal registou uma subida expressiva, de 10,9% para 14,52%, ultrapassando o Porto (13,44%). Leiria e Santarém também duplicaram a sua representatividade, com 4,84% cada.