O SNQTB Saúde inaugura, no próximo dia 2 de março de 2026, a SNQTB Clínicas, “um novo projeto estratégico que reforça a sua missão de assegurar cuidados de saúde de referência aos seus sócios, numa fase inicial dedicado à área da medicina dentária”, refere o sindicato liderado por Paulo Gonçalves Marcos.
Situada em Lisboa, a SNQTB Clínicas é um projeto considerado estratégico pelo sindicato e que marca uma nova etapa na prestação de cuidados de saúde oral aos seus associados. “Esta primeira unidade reflete o compromisso do sindicato em oferecer uma resposta mais integrada e eficiente, focada em garantir o acesso direto a tratamentos de elevada qualidade com condições excecionais”, segundo o sindicato.
Com a mesma alocação de recursos, o SNQTB Saúde pretende garantir a transferência de mais benefícios diretos para os seus beneficiários, traduzida em melhores condições de acesso e vantagens concretas.
Segundo o SNQTB, a grande diferenciação deste novo projeto reside na disponibilização de um vasto conjunto de atos clínicos a custo zero para os beneficiários.
Esta lista inclui desde procedimentos preventivos, como consultas de higiene oral e extrações, até tratamentos complexos e habitualmente onerosos, como a colocação de implantes dentários (abrangendo cirurgia e coroa), aparelhos ortodônticos fixos, próteses removíveis e coroas definitivas em cerâmica ou zircónia.
O benefício estende-se ainda aos exames de diagnóstico, como radiografias e TAC, assegurando que o sócio tenha um acompanhamento completo sem custos adicionais.
A inclusão de próteses metálicas, coroas em zircónia e cirurgias de dentes inclusos sem custos reflete uma abordagem de medicina dentária focada tanto na funcionalidade como na estética duradoura, explica a estrutura sindical.
“Esta iniciativa do SNQTB Saúde representa um avanço significativo no acesso a cuidados de saúde oral de alta complexidade em Portugal”, defende o sindicato que sublinha que ao eliminar as barreiras financeiras em tratamentos como implantes dentários, ortodontia e exames de diagnóstico avançado (TAC), o sindicato assegura que a reabilitação oral não seja um privilégio, mas um direito acessível aos seus beneficiários.