Resul eletrificou mais de 200 mil casas em África

Através do Ready Board, a empresa portuguesa Resul eletrificou mais de 200 mil casas em Angola, Moçambique, Libéria, Tanzânia e no Suriname.

Resul eletrificou mais de 200 mil casas em África
Leitor 5fb773f24aa26 Paineis Solares.png

A Resul, empresa portuguesa do sector da energia, através do seu produto Ready Board, conseguiu eletrificar mais de 200 mil casas em Angola, Moçambique, Libéria, Tanzânia e no Suriname.

O Ready Board é um dispositivo que “combina um contador elétrico com proteção, tomadas e lâmpadas, proporcionando uma solução eficiente para áreas onde as habitações não possuem infraestruturas adequadas para a instalação de rede elétrica”.

A empresa tem vindo a destacar-se na implementação de soluções inovadoras de fornecimento para redes de distribuição, principalmente em áreas subdesenvolvidas de países africanos e da América do Sul.

Durante as últimas décadas, a Resul tem identificado as necessidades criticas de eletrificação no continente africano e tem vindo a desenvolver soluções, contribuindo para melhorar as condições de vida das populações locais.

Carlos Torres, presidente do conselho de administração da Resul, afirma que “o sucesso do Ready Board é um testemunho do compromisso da Resul com a inovação e o desenvolvimento sustentável. Este projeto não só melhora significativamente as condições de vida das populações, mas também demonstra a capacidade das empresas portuguesas de desenvolver soluções que respondem a desafios complexos nos mercados internacionais”.

Relacionado

Reservas de gás da União Europeia estão no nível mais baixo em 15 anos

Reservas de gás da União Europeia estão no nível mais baixo em 15 anos

Ruben Pires3 Set
De acordo com a publicação BiGo Finance o nível de reservas de gás que a União Europeia detém nesta altura deve-se a um erro de cálculo. O bloco europeu vinha adiando as compras de gás na expetativa de que o conflito no Médio Oriente, que se iniciou em fevereiro entre Estados Unidos, Israel, e Irão, tivesse um desfecho rápido, permitindo que o gás natural vindo do Qatar voltasse a passar pelo Estreito de Ormuz a um preço mais baixo. Contudo o cenário de momento não se concretizou.