Pedro Fugas: “É a primeira vez que uma proposta não tem alterações fiscais significativas. E isso é positivo”

Na primeira leitura da proposta de Orçamento do Estado (OE) para 2026, o Country Tax Leader da EY destaca a estabilidade de um documento sem surpresas, mas, ainda assim, com riscos.

Pedro Fugas: “É a primeira vez que uma proposta não tem alterações fiscais significativas. E isso é positivo”
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Que primeira leitura faz da proposta de OE para o próximo ano?
É uma proposta de lei minimalista, ao estilo T0, sem medidas fiscais de relevo, devido à estratégia do Governo de simplificação do documento para facilitar a sua aprovação na Assembleia da República.
As medidas fiscais emblemáticas foram discutidas autonomamente, com aprovação já negociada com os dois principais partidos da oposição.

Esta proposta minimalista, sem políticas setoriais, é o caminho certo?
É o caminho possível, para um Governo sem maioria parlamentar e que está dependente da oposição. Julgo que o Governo adotou uma estratégia prudente de forma a assegurar estabilidade política.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui o conteúdo completo. Edição do Jornal Económico de 10 de outubro.

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