PCP Madeira: “Não é justo que quem trabalha esteja abaixo do limiar da pobreza”

Para o PCP esta realidade só acontece "devido à injusta distribuição da riqueza", acrescentando que na Região "cerca de 56% da riqueza total está nas mãos de 5% da população madeirense, enquanto que a nível nacional 42% da riqueza total está nas mãos de 5% da população portuguesa".

PCP Madeira: “Não é justo que quem trabalha esteja abaixo do limiar da pobreza”
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O PCP Madeira considerou não ser justo que quem trabalhe esteja abaixo do limiar da pobreza devido à precariedade laboral e aos baixos salários, durante a campanha “Força de Abril”, que levou a força partidária à Empresa Horários do Funchal, para uma ação de contacto com os trabalhadores.

“É na Região Autónoma da Madeira onde existe uma maior taxa de trabalhadores em risco de pobreza. São 15,2%, ou seja, mais de 19 mil madeirenses, mesmo trabalhando oito ou mais horas por dia, o rendimento que levam para casa não é suficiente para dar resposta às necessidades das suas famílias. Não é justo que quem trabalha esteja abaixo do limiar da pobreza devido à precariedade laboral e aos baixos salários. Não é justo que quem é responsável pela criação da riqueza da Região empobreça a trabalhar”, disse o deputado do PCP, Ricardo Lume.

Para Ricardo Lume esta realidade só acontece “devido à injusta distribuição da riqueza”, acrescentando que na Região “cerca de 56% da riqueza total está nas mãos de 5% da população madeirense, enquanto que a nível nacional 42% da riqueza total está nas mãos de 5% da população portuguesa”.

O deputado do PCP considerou necessário existir “uma nova política que garanta uma justa distribuição da riqueza, que combata os baixos salários e a precariedade laboral”.

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