No Fólio não há tabus, tudo se debate – à boleia da literatura

O Festival Literário Internacional de Óbidos assinala dez anos com debates sobre fronteiras: físicas, políticas, culturais e simbólicas. E conta com a participação de três laureados com o Nobel de Literatura.

No Fólio não há tabus, tudo se debate – à boleia da literatura
epa12441627 (FILE) - A photo taken on 11 July 2012 shows Hungarian writer Laszlo Krasznahorkai at his home in Pilisszentivan, 20 kms north of Budapest, Hungary. The Swedish Academy honored Laszlo Krasznahorkai with the 2025 Nobel Prize in Literature for his 'visionary and apocalyptic prose' on 09 October 2025. EPA/Gyula Czimbal HUNGARY OUT *** Local Caption *** 51948211

Para os mais distraídos, o melhor é deixar já um spoiler alert: o Fólio é um festival literário que discute ideias e política, provoca desconforto e estimula o pensamento. Não é uma prescrição médica, mas poderia ser. Em vez de medicamentos teríamos a escuta como terapia. Escuta ativa, entenda-se. De romancistas, poetas, filósofos, artistas e pensadores de diversas áreas.

É o que o Fólio – Festival Literário Internacional de Óbidos se propõe fazer até 19 de outubro, numa edição que celebra dez anos de existência, em torno do tema “Fronteiras”. Não apenas limites geográficos e culturais, mas também fronteiras da linguagem, da identidade e da própria natureza humana.

Destaques não faltam, a começar pela presença prevista, no último dia do festival, do recém-anunciado Nobel de Literatura 2025, László Krasznahorkai.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui o conteúdo completo. Edição do Jornal Económico de 10 de outubro.

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