O lucro recorrente da EDP atingiu um máximo em 2023 (1.290 milhões de euros +48%) sendo o valor mais alto da série histórica disponível que recua até 2015.
Já o lucro não-recorrente disparou 40%, para 952 milhões de euros, à boleia da produção hídrica em Portugal, o impacto da incorporação total da EDP Brasil e os ganhos das vendas de ativos renováveis.
Apesar nos lucros não-recorrentes estão os 310 milhões de euros de perdas associadas a imparidades na central a carvão de Pecém, nos projetos eólicos na Colômbia e nas centrais de ciclo combinado em Portugal.
O conselho de administração vai propor aos acionistas na assembleia-geral de abril o aumento do dividendo de 19 cêntimos para 19,5 cêntimos, o valor mais alto de sempre, refletindo um payout de 63%.