Ikea Portugal fecha 2025 com um aumento nas receitas para 611,4 milhões de euros

Em comunicado a empresa do grupo Ingka, refere que este ano fiscal foi marcado pela redução das emissões de dióxido de carbono nos edifícios e na sua frota. As entregas da empresa em veículos elétricos cresceram para 78%, e do ponto de vista das operações, o Ikea conseguiu que 91% dos resíduos gerados tenham sido enviados para a reciclagem.

Ikea Portugal fecha 2025 com um aumento nas receitas para 611,4 milhões de euros
IKEA Rússia

A Ikea Portugal fechou o ano de 2025 (de 1 de agosto de 2024 a 31 de agosto de 2025) com um aumento de 1,5% no volume de vendas, chegando aos 611,4 milhões de euros.

Em comunicado a empresa do grupo Ingka, refere que este ano fiscal foi marcado pela redução das emissões de dióxido de carbono nos edifícios e na sua frota. As entregas da empresa em veículos elétricos cresceram para 78%, e do ponto de vista das operações, o Ikea conseguiu que 91% dos resíduos gerados tenham sido enviados para a reciclagem.

Com um compromisso tão vincado com a sustentabilidade e a economia circular, a empresa lançou durante este ano a plataforma preowned, onde os clientes podem vender e comprar produtos usados da marca. Em pouco mais de cinco meses a empresa registou mais de mil transações entre clientes. Entre esta plataforma, a área circular e a segunda vida, a empresa contou com 675 mil artigos recuperados e vendidos.

Ana Barbosa, country sustainability manager da Ikea Portugal, afirma que “de toda a nossa transformação operacional, que nos permite atingir as metas ambiciosas a que nos propomos, fomos o primeiro país a lançar a nível nacional a plataforma Ikea preowned. Os números são claros, mais de 10% do mobiliário comprado e vendido em segunda mão em Portugal já é Ikea”.

“Não se trata apenas de reduzir o impacto de tudo o que fazemos, mas de construir um modelo de negócio inteligente para o planeta e para as pessoas”, salienta.

A marca tem uma estratégia omnicanal, que “continuou a ser um pilar de crescimento da empresa”, com as vendas online a representarem mais de 21% do total das vendas.

Durante este período fiscal, a marca reforçou os seus postos físicos, com a abertura de três novos estúdios de planificação, em Aveiro, Beja e Guimarães, contando agora com 16 espaços.

2026 vai se focar à volta mesa

A marca tem feito um forte investimento na parte publicitária, sendo que este ano a sua publicidade vai se dedicar à cozinha, com o lema “A vida começa à mesa”.

Laia Andreu, country retail manager da IKEA Portugal, afirmou que “nos fornecemos soluções de mobília a muitas famílias portuguesas, e sabemos que os portugueses passam muito tempo à volta da mesa e da comida”.

Para ter a certeza de que a marca dá resposta às verdadeiras necessidades dos portugueses na cozinha, a empresa fez visitas a várias casas de portugueses, de norte a sul do país. “Fomos a casa dos portugueses para perceber as realidades e desenharmos cozinhas nos nossos escritórios”, referiu.

A partir desta experiência a marca desenhou vários tipos de cozinha, “cozinhas quem nem todos podem comprar, cozinhas mais acessíveis e cozinhas inclusivas, para representarmos o mercado, as realidades e as necessidades”, declarou.

A marca vai continuar a apostar nos preços mais acessíveis, com a premissa de desmistificar o preço baixo com a qualidade dos produtos.

“Portugal tem salários baixos, então focamo-nos em oferecer soluções acessíveis”, revelou, salientando que “nem sempre é sobre o preço do produto, mas também como é que as famílias conseguem ter uma cozinha completa a um preço acessível. É isso que conseguem encontrar na nossa loja, divisões completas a preços acessíveis”.

Outra forte aposta da marca é a comida, que tem uma área muito importante em Portugal. “Muitas pessoas vêm ao Ikea para comer porque são comidas acessíveis”, referiu, “a nossa responsabilidade passa por oferecer comida saudável e a preços acessíveis”.

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