Fundação Santander e BCSD Portugal lançam 400 bolsas ESG para pequenas e médias empresas

As bolsas destinam-se a profissionais de PME portuguesas ou sediadas em Portugal que querem desenvolver competências nos critérios ESG. Candidaturas abriram hoje e terminam a 15 de fevereiro.

Fundação Santander e BCSD Portugal lançam 400 bolsas ESG para pequenas e médias empresas
pme_sustentavel

A Fundação Santander Portugal anunciou esta segunda-feira, 8 de janeiro, a abertura até 15 de fevereiro do período de candidaturas para 400 bolsas de formação em ESG, sigla para Environmental, Social and Governance, original em inglês, para ambiente, social e governança corporativa.

As bolsas destinam-se a profissionais de Pequenas e Médias Empresas (PME) portuguesas ou sediadas em Portugal, designadamente a quadros diretivos e técnicos, sócios, gerentes e consultores que querem desenvolver competências nos critérios ESG.

“Estas bolsas inserem-se na estratégia da Fundação Santander Portugal para a promoção da literacia em ESG nas empresas, permitindo-lhes incorporar estes critérios nas suas operações e promover a inovação e a gestão da mudança para a sustentabilidade”, justifica a Fundação.

O programa, que vai para a segunda edição, é realizado em colaboração com o BCSD Portugal – Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável, organização que agrega e representa cerca de 170 empresas e integra a rede global do World Business Council for Sustainable Development (WBCSD).

São critérios de elegibilidade ter mais de 18 anos, possuir bons conhecimentos de língua inglesa e ser fluente em português.

O curso, online, está estruturado em três níveis, sendo que o primeiro tem lugar entre os dias 8 e 24 de abril. A transição para o segundo e terceiro níveis está dependente de uma avaliação, obtida a partir de exercícios individuais e projetos em grupo. Os participantes que concluam todos os níveis terão acesso a mais de 30 horas de formação nas tendências e práticas do ESG.

 

Relacionado

Subida das yields castiga bolsas da Europa mas PSI escapa. Estados Unidos voltam a bombardear o Irão

Subida das yields castiga bolsas da Europa mas PSI escapa. Estados Unidos voltam a bombardear o Irão

Maria Teixeira Alves1 Set
Hoje foi um dia negativo o que se viveu na globalidade das bolsas europeias, onde o PSI foi a exceção. "O reacendimento de tensões no Médio Oriente voltou a fazer subir os preços do petróleo e aumentou a probabilidade de subida de taxas de juro tanto da Fed como do BCE já em setembro. O efeito fez-se sentir na subida das yields de dívida soberana, que num medidor global da Bloomberg estão a atingir o nível mais elevado desde 2008, num mês em que BCE e Fed podem voltar a subir taxas", referem os analistas da MTrader.