Autor: Sílvia Vasconcelos, Médica Veterinária, MSc e PhD Ciências Veterinárias

“Trabalhadores uni-vos”!

Senão vejamos o que propõe o atual governo aos portugueses que vivem da força do seu trabalho: os salários são para manter baixos, pelo menos; quer impor os despedimentos sem justa-causa, à semelhança de Milei; aprofundar a precariedade laboral; aumentar os horários de trabalho; interferir nos direitos de maternidade, além de, à semelhança do que aconteceu na Argentina, querer limitar o direito à greve e atacar a ação e a liberdade sindical. 
“Trabalhadores uni-vos”!

Urgência de programas e acções para a Prevenção e Combate às Drogas na RAM

Justifica-se, um forte empenho do governo regional a todos os níveis, em ações de prevenção tendentes a dissuadir e combater as dependências e definir um programa regional que inclua ações de tratamento e reabilitação, que permitam a recuperação física e psicossocial destas pessoas e dos seus familiares, igualmente afectados pelas circunstâncias.
Urgência de programas e acções para a Prevenção e Combate às Drogas na RAM

Violência de género

Não é demais insistir: a educação, a escola, é primordial para se esbater estereótipos de género, para se combater preconceitos de género que tendem a incentivar e até a “validar” a violência de género e a violência doméstica que são, inegavelmente, um problema social, de educação e também de saúde pública. E já é tempo de se aprofundarem as medidas de criminalização e punição dos agressores!
Violência de género

“Vamos brincar à caridadezinha”

O pacote de ajudas anunciado mais parece um penso rápido aplicado a uma ferida que de superficial não tem nada, pois além de pontual não compensa o poder de compra que as classes médias e baixas já perderam, só neste ano, pelo contrário, se a política de rendimentos actual continuar (baixos salários e pensões, empregos precários e a par de uma elevada carga fiscal...), a perda será ainda maior no próximo ano.
“Vamos brincar à caridadezinha”

Medidas Covid-19 sem investimento no SNS

E se é certo que a defesa da saúde pública deve ser prioritária, não se pode secundarizar outras questões como a economia, o trabalho e a salvaguarda de direitos e da dignidade de quem trabalha. Como conciliar as duas preocupações? Investindo no SNS, o que a avaliar por estudos recentes, e mesmo ante a realidade que vivemos, houve mesmo um decréscimo na aposta das (imensas) necessidades de recursos humanos e materiais para a saúde.
Medidas Covid-19 sem investimento no SNS

O empobrecimento de quem trabalha ou estuda, em Portugal

Aumenta a vaga de emigração de altos quadros para outros países, onde a remuneração e condições de trabalho estão muito além das que se praticam no nosso país – pelos sucessivos governos e demais entidades patronais – e por cá diminuem as contratações de pessoas com mais conhecimentos e competências, desmoralizadas pela promessa de baixo poder de compra – e mesmo pobreza - que o nosso país lhes oferece.
O empobrecimento de quem trabalha ou estuda, em Portugal

A Estratégia Alimentar e a pandemia

Aquando da pandemia, felizmente, no nosso país, não se apurou qualquer rutura preocupante no abastecimento alimentar à população. No entanto, são inegáveis os impactos que teve na produção e no rendimento dos produtores face ao encerramento de mercados, hotéis, restaurantes e cafés. Por outro lado, encareceu-se a logística de transporte e distribuição alimentar, mediante a quebra na procura e a quebra de disponibilidade de mão-de-obra, pelo confinamento e absentismo profilático.
A Estratégia Alimentar e a pandemia