Candidaturas à 14.ª edição do programa de aceleração gratuito do Parque de Ciência e Tecnologia da U.Porto decorrem até 20 de setembro. Há 18 vagas disponíveis.
O programa destina-se a 'startups' nacionais e internacionais com soluções tecnológicas escaláveis que já disponham de um produto desenvolvido ou de um produto mínimo viável (MVP) com potencial de integração nas operações das empresas parceiras.
Orientada pelos ODS definidos na Agenda 2030 e pelos princípios da United Nations Global Compact, a CCA Law Firm (CCA) apresentou o seu quarto Relatório de Sustentabilidade.
O mercado global de Earth Observation (EO) como serviço deverá atingir 20,1 mil milhões de euros até 2033, com o mercado europeu de EO a crescer cerca de 1,5 mil milhões de euros entre 2023 e 2028.
O estudo, desenvolvido no âmbito do Innovation Radar Bridge, destaca que a Europa tem hoje mais de 4.100 startups alinhadas com a Apply AI Strategy, avaliadas em 161 mil milhões de euros, captando 17% do venture capital europeu em IA e demostrando um crescimento de 16 vezes na última década.
O novo programa tem como público-alvo jovens dos países da CPLP entre os 17 aos 35 anos, e será dado a conhecer na sede da organização em Lisboa, esta sexta-feira. No espaço CPLP, o "ecossistema de startups tem vindo a evoluir, mas continua muito heterogéneo", diz ao JE Higor Esteves, vice-presidente da Comissão Executiva da CPLP.
Com este financiamento, a empresa britânica vai conseguir acelerar o desenvolvimento e a produção de BioPuff, um biomaterial isolante térmico de base vegetal, que utiliza a planta Typha cultivada em zonas húmidas e intertidais reabilitadas.
"O projeto destacou-se pela maturidade tecnológica, pelo impacto direto na eficiência dos sistemas de saúde e pelo potencial de escalabilidade global", refere a empresa.
A Tekever ultrapassou o valor de mercado de mil milhões de dólares em 2025, colocando Portugal entre os 11 países europeus com empresas que atingiram esse marco.
Teemy, apoiada pela Incubadora START@IPCA foi distinguida no âmbito do Road 2 Web Summit (R2WS), que visa dar palco às 'startups' 'early-stage' mais promissoras do panorama nacional.
"O healthhub vai reunir empreendedores, investidores, universidades, como a Católica Medical School e a Nova Medical School, e grandes empresas para criar uma comunidade dinâmica e colaborativa na área da saúde que possa ganhar escala a nível internacional, impulsionando novas ideias e atraindo novos projetos que promovam a transformação do setor", explica a Unicorn Factory.
Fundada em 2023, a Granter é o primeiro agente de IA focado em financiamento público a nível mundial, contando com clientes como a Marinha Portuguesa, SONAE, Grupo Fidelidade e Fundação Champalimaud.
O 'State of European Angels 2025', elaborado pela Nordic Angels e da Boston Consulting Group (BCG), adianta também que na Europa o panorama do investimento de business angels "continua a crescer e a consolidar-se" em redes maiores e mais profissionais, com o valor médio dos negócios a aumentar 7% ao ano desde 2020.
De acordo com os dados apresentados, o número de startups ativas aumentou 8% face a 2024, acompanhando uma evolução positiva em praticamente todos os indicadores económicos. O volume de negócios total do setor ascendeu a 2.856 milhões de euros (+9%), com as startups a empregarem cerca de 28 mil pessoas (+8%) e a gerarem 1,5% das exportações nacionais, no valor de 1.571 milhões de euros.
O anúncio foi feito pela CEO da empresa que junta freelancers, Hayden Brown, em conferência de imprensa na Web Summit, juntamente com o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas.
As 115 startups selecionadas para esta edição já levantaram, no seu conjunto, cerca de 40 milhões de euros em investimento, um sinal da vitalidade e do reconhecimento do ecossistema nacional junto de investidores, revela a Startup Portugal.
Sergio Tati, cofundador e CEO da Anda, assinala o "momento histórico para a empresa", que captou financiamento junto de sociedades de capital de risco de França, Áustria, Japão e EUA. "É a primeira ronda internacional de capital de risco no país e em toda a África lusófona".
As empresas de base tecnológica e digital, com atividade iniciada após 1 de janeiro de 2022, podem candidatar os seus projetos até 4 de dezembro na página dos prémios.
Ao longo dos meses do programa no ‘Founder Institute’ Luanda, cuja sede é em ‘Silicon Valley’ (Vale do Silício), o grupo de empreendedores participou em inúmeras sessões temáticas que envolveram mentorias especializadas e sessões práticas de apresentação dos seus projectos em formato de “pitch”, com o objectivo de fortalecer competências, promover a inovação e atrair potenciais investidores, parceiros e clientes, nacionais e estrangeiros.
O investimento no apoio à expansão de empresas totalizou 2.908 milhões de euros, o que representa um crescimento de 48% em relação a 2023, indica o "Relatório sobre a Atividade de Capital de Risco 2024", divulgado hoje pela CMVM.