Candidaturas à 14.ª edição do programa de aceleração gratuito do Parque de Ciência e Tecnologia da U.Porto decorrem até 20 de setembro. Há 18 vagas disponíveis.
O programa destina-se a 'startups' nacionais e internacionais com soluções tecnológicas escaláveis que já disponham de um produto desenvolvido ou de um produto mínimo viável (MVP) com potencial de integração nas operações das empresas parceiras.
Segundo a TiJUBU, para empresas com entre 1.000 e 5.000 colaboradores, a diferença entre uma gestão ad hoc e uma gestão estruturada da remuneração pode representar um impacto anual estimado entre 500 mil e dois milhões de euros, considerando poupanças diretas e risco mitigado.
Em termos operacionais, a startup conta já com uma rede inicial de 20 parceiros na capital e estima atingir cerca de 8.300 reservas pagas por mês até ao final do primeiro ano. O modelo de receitas assenta numa taxa de 1,49 euros cobrada por cada reserva realizada nas atividades pagas, o que se traduzirá numa faturação mensal projetada na ordem dos 12 mil euros.
Startups, PME, engenheiros, investigadores e estudantes são desafiados a desenvolver soluções de sistemas autónomos para a defesa europeia. A edição portuguesa decorre em Leiria de 15 a 17 de outubro e tem a Tekever como patrocinador principal.
Para participar, as empresas devem ter sido constituídas na União Europeia, com NIF português, ter até 10 anos de atividade e menos de 20 trabalhadores, dispor de uma equipa de desenvolvimento e apresentar um projeto de IA em fase de desenvolvimento. Candidaturas decorrem até 15 de setembro.
Só em 2025, Portugal ultrapassou as cinco mil startups ativas, o que se traduz num crescimento de 8% face ao ano anterior. Esta atração por Portugal deve-se à combinação de fatores, talento, geografia e cultura de colaboração.
Numa mensagem aos utilizadores, a Manus afirmou que, como parte do processo de retoma da operação autónoma, irá eliminar alguns dados dos utilizadores para cumprir os requisitos regulamentares em determinadas jurisdições.
A iniciativa destina-se a impulsionar o desenvolvimento económico e social de 11 municípios do interior, promovendo o emprego e a fixação de população.
A startup portuguesa de inteligência artificial Hi Human prepara a expansão para o mercado europeu, depois de um primeiro projeto internacional na indústria da música ter reduzido em cerca de 70% o tempo necessário para criar e atualizar catálogos musicais.
A Deloitte abriu as candidaturas para a edição de 2026 do programa BrightStart, que vai atribuir 77 novas bolsas de estudo a estudantes do ensino superior em quatro regiões do país, anunciou a consultora esta segunda-feira.
Segundo um comunicado da sociedade de capital de risco do Grupo Banco Português de Fomento, cada uma das 14 empresas selecionadas recebeu um investimento de 150 mil euros, passando a integrar o portefólio da Portugal Ventures.
Clément Delangue, diretor-executivo da Hugging Face, disse que o ataque “sem precedentes” à sua empresa exige uma resposta semelhante, de acordo com o jornal britânico “The Guardian”.
As candidaturas decorrem até 6 de setembro e o programa realiza-se entre 24 de setembro e 16 de outubro, culminando com o Demo Day, integrado no Startpoint Summit, o maior evento de emprego, empreendedorismo e formação da região, organizado pela AAUMinho a 21 de outubro.
O investimento na Cascade, através do Indico Venture Capital Fund II, é apoiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e gerido pelo Banco Português de Fomento, com financiamento da União Europeia no âmbito do Next Generation EU.
Em comunicado, a energética portuguesa refere que o programa visa acelerar a adoção de tecnologias que contribuam para a transição energética, promovendo a colaboração com startups e scaleups a nível global.
A Dotmoovs é uma startup tecnológica portuguesa fundada em 2021, em Braga, que combina Inteligência Artificial, tecnologia blockchain e desporto. A Blockchain.PT é uma Agenda Mobilizadora financiada pelo PRR que reúne empresas, universidades e centros de investigação para desenvolver produtos e serviços baseados em tecnologia blockchain.
As candidaturas para esta edição decorrem entre 14 de julho e 11 de agosto. O programa intensivo terá a duração de seis meses, com início previsto para 1 de outubro. A iniciativa destina-se a candidatos com formação académica em Engenharia Informática, Física, Estatística, Matemática e áreas similares.
A startup portuguesa Granter alertou esta terça-feira que muitas candidaturas aos fundos do Portugal 2030 são rejeitadas devido a falhas na preparação dos projetos, numa altura em que o programa prevê lançar 124 concursos, no valor de quase 2.000 milhões de euros, até agosto.
O projeto foi aprovado no âmbito da linha "Reindustrializar Região Autónoma da Madeira", financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), através do Banco Português de Fomento, e terá uma duração de 24 meses. O investimento elegível ascende a três milhões de euros.
As startups distinguidas foram a Eng8, DeepNeurotic, Future Voltaics e ZeroPact, escolhidas entre mais de 110 candidaturas provenientes de 29 países. Segundo a Prio, os projetos serão agora testados em ambiente operacional real, permitindo validar soluções nas áreas da energia, digitalização e sustentabilidade.