“Israel ficou nas mãos dos Estados Unidos. E não estava”. Veja “A Arte da Guerra”
Estará o mundo perante um embate entre o Oriente e o Ocidente? Até porque a Ucrânia apelou a isso mesmo: o Ocidente assume a defesa de Israel mas não a da Ucrânia? Veja a análise a estes e outros temas por parte do embaixador Francisco Seixas da Costa.
O ataque de sábado passado a Israel por parte do Irão ainda está no início em termos de repercussões. Tudo depende da forma que assumirá a retaliação, que não pode ser frouxa a pontos de não ser eficaz, nem demasiado musculada a pontos de lançar uma nova guerra.
Estará o mundo perante um embate entre o Oriente e o Ocidente? Até porque a Ucrânia apelou a isso mesmo: o Ocidente assume a defesa de Israel mas não a da Ucrânia? Que Ocidente é esse? Nenhum, diz Kiev.
Muito mais para Oriente (pelo menos do ponto de vista do Ocidente), a Índia vai a votos. Essa democracia imperfeita, essa potência adiada pode estar no ponto certo para crescer em termos de importância estratégica.
Tudo para ver esta semana em ‘A Arte da Guerra’, da plataforma multimédia JE TV, um programa conduzido pelo jornalista António Freitas de Sousa e com os comentários do Embaixador Francisco Seixas da Costa.
Ouça e acompanhe “A Arte da Guerra” também em formato podcast:
O bloco emitiu uma declaração conjunta na qual garantiu um reforço da cooperação nas áreas económicas, de segurança e tecnológica, deixando ainda reparos aos EUA e aos seus aliados, mas algumas discórdias entre rivais ficaram visíveis no encontro de Bishkek.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, admitiu hoje estar "profundamente alarmado" com os relatos de vítimas civis no Irão, incluindo num ataque que atingiu uma festa de casamento no sul do país.
Em entrevista à CNBC, Wright salientou que o facto de o volume de petróleo transportado por navio através do estreito ter atingido um pico desde o início do conflito, no final de fevereiro, significa que "o Irão está a perder a sua capacidade de manter a economia global refém".
O Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irão afirmou, em vários comunicados publicados por agências de notícias iranianas, que disparou drones e mísseis contra instalações militares dos Estados Unidos (EUA) na Jordânia, no Bahrein, no Kuwait e no Iraque.
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