O antigo primeiro-ministro José Sócrates não será julgado no processo em falta da Operação Marquês, em que foi pronunciado por três crimes de falsificação e outros tantos de branqueamento de capitais, segundo o “Expresso”.
Tudo aponta para que Sócrates não seja julgado porque os tribunais têm entendido que o crime de branqueamento não pode ser punido com uma pena superior ao crime que lhe é precedente.
Além disso, José Sócrates não deverá ser julgado pelos crimes de falsificação de documentos, porque estão perto da prescrição. Os três crimes de falsificação pelos quais Sócrates foi pronunciado pelo Juiz Ivo Rosa prescrevem no próximo ano e no início de 2025.